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Mostrando postagens de Fevereiro, 2010

_aprender talvez_

Estou me contocendo por dentro. De forma que me faz querer gritar tudo o que sufoca. Palavras não podem expressar o que sinto. Nem tão pouco aliviar-me a tensão. A angústia aperta, incomoda, esmaga e emudece. É como estar preso em meus próprios pensamentos. De ilusões criadas para somente decepcionar-me com elas.

E aprender talvez:
"A vida nem sempre é como a gente quer."

_Onde é que andas nessas horas?_

Fortes, porém fracos para o amor.
Se existe algo que pode realmente nos destruír, ou 'construir',
resumo apenas em quatro letras.
Capazes de fazer mudar, de derrubar,
de engrandecer, e emudecer.
de entusiasmar e abalar.

Ah o amor...
Onde é que andas nessas horas?

_nós mesmos moldar_

As lágrimas são inevitáveis. Embora, conforme o ditado: a esperança é a última que morre.
Pode parecer clichê, mas talvez esta é a única companhia solitária que me resta.
Existem tantas coisas a falar, que prefiro cegar os olhos para não criar intrigas.
Há tanto que não suporto mais, mas que a empatia não permite dar um basta.
Por que eu sempre penso mais nos outros?

Desabafo talvez. De coisas tantas que estão a me perseguir ultimamente.
Confusão e ambição.

- O futuro, cabe somente a nós mesmos moldar.

_incansáveis sorrisos_

São tentativas e tentativas perdidas, descartadas, estilhaçadas. A minha armadura, aparentemente tão forte, se desfaz a cada insistência. E as forças, as vezes tamanha, são só impressões cansadas. Já me basta apostas incorretas. Eu preciso de alguém... Que possa durar incansáveis sorrisos e momentos inesquecíveis, por qualquer período mínimo que seja. Embora a busca incessante e desgastante dure por uma eternidade de tempo.

- Eu vou tentar.

_mesma maneira_

Eis aqui... Pensativa incansável, tentando entender se pior é sofrer por amor... Uma vez que sem ele, sofres de mesma maneira.