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Mostrando postagens de Abril, 2009

_havia outro alguém_

O dia amanheceu e junto a ela, havia outro alguém. Numa sensação de proteção e bem-estar que há tempos não sentia.

- Confesso que ando me surpreendendo, e não quero mais privar-me de acontecimentos devido ao medo ou qualquer outro sentimento que barre minhas ações e consequentemente, limite a minha felicidade.

Se a vida novamente propõe escolhas, ela escolhe seguir os ventos da estrada da felicidade. Da dela, e da dele também.

- Chega de se trancafiar esperando que aquelas estórias que você criou renasçam. O presente agora se faz mais importante. Mesmo que o futuro não seja condizente com os dias atuais.

- Eu preciso voltar a sorrir e suspirar. E parece que alguém começa a me proporcionar tais.

_mesa de bilhar_

Sabe quando você está encucada com algumas coisas e tentando se privar de outras?

Assombram ainda lembranças que quer esquecer. E então, decide buscar uma nova felicidade?

É como uma mesa de bilhar: Várias jogadas e consequentemente, inúmeras possibilidades. Podes acertar, recuar, encaçapar. E depende apenas de uma tacada. Um primeiro passo.

Talvez eu tenha acertado na escolha da direção. E pelo mínimo de tempo que possa durar esse jogo, me enquadrarei ao ritmo mais desritmado para aproveitar as jogadas da melhor forma possível.

É a sua vez de jogar.

_jogue os remos_

Algumas coisas começam a me animar. E eu começo então a me desprender de antigos palpites.

Mesmo que receosos começam a surgir novas maneiras de pensar. O que desperta e aguça vontades.

E já que o mar parece estar a seu favor, porque não remas até onde quer ir? Ou então, jogue os remos e deixe o barco a deriva. O vento mostrará as possibilidades e oportunidades.

Só não fiques parado.

_desprendidas de um estereótipo_

O lado foi escolhido. A partida foi dada. O sorriso lançado.

Esta na hora de apostar em novidades e em atitudes que podem me surpreender. E realmente eu estava precisando de coisas assim.

Coisas diferentes, a serem descobertas. Desprendidas de um estereótipo. Desprovidas de qualquer imagem criada a partir de um comum.

É.. o estranho e diferente me instiga a explorar. E eu vou. =D

_a justiça da consciência se faz calada. _

Engraçado como a justiça da consciência se faz calada.

Parece que após uma noite mal dormida, os pensamentos se elevaram a um padrão em que puderam ter a consciência dos atos.

E o tal arrependimento bateu a porta. Sei que mesmo que lentamente, aos poucos, será lapidado uma nova forma de agir quando diz respeito a seus próprios problemas.

_antigo lema_

Ainda na frente da tela, eu tento não adormecer. Engraçado que nessas altas horas da manhã, ainda precise ouvir poucas e boas... O que não me deixa dormir bem.

Sou do antigo lema... Não deixe que seus problemas atrapalhe as coisas que nada se tem a vê.

_fujindo do marasmo_

Sabe aquela antiga bicicleta? De tombos e capotes quando aprendia a dar as primeiras pedaladas?

Recordo-me que com o tempo passei a alcançar tal velocidade que meus braços se desprendiam do guidão, e permitiam me voar.

Preciso novamente de sensações como esta. Fujindo do marasmo e de tudo que é comum.

_apenas lamento_

Os meus olhos estão pregando, como dizem num vocabulário chulo.

Encontro-me literalmente metade cogelada. E talvez metafóricamente também. Existem uma série de coisas que desagradam. Ainda mais quando as atitudes partem de alguém próximo. Ou talvez, ultimamente, nem tão próximo assim.

Pensar que nem mesmo as experiências passadas são capazes de fazê-la pensar diferente, insiste em hipóteses que já não deveriam mais existir. Persiste no erro. E não contente, parece errar outra vez.

E ai que me pergunto, vale tanto esforço? Vale a pena desvencilhar-se de seus melhores? Vale somente olhar para um lado da moeda?

Não. Eu não me conformo como em tempos pós-crise, pessoas ainda agem desta forma. E são incapazes de olharem para si mesmo e enxergar seus erros, suas faltas, a perca de seus valores.

E então, eu apenas lamento. E aprendo com tudo isso.

_quem vê cara não vê coração_

Sabe aquele antigo julgamento que tem como frase básica: "quem vê cara não vê coração"?

Pois é. Hoje estava sem muito o que fazer, e comecei a conversar sobre algumas coisas com o pessoal do trabalho. Logo, me peguei vendo vídeos no youtube. Sim... Em pleno expediente...

E olha como o mundo é injusto... Aos ver os tais vídeos, percebi que realmente julgamos errado as pessoas. E que temos a tendência para o fazer com mais frequencia, a partir do mundo monopolizado em que nos encontramos...

É questão de estereótipos... A sociedade cada vez mais impõe modelos a ser seguidos, e aos tolos, resta atender estes quesitos.

Quando paramos para olhar o interior das pessoas? Os sentimentos envolvidos, e tudo que existe além de uma aparência, ou modelo pré-julgado?

Claro, nem mesmo eu que escrevo agora sou correta. Sempre acabo cometendo tropeços quanto a isso. Mas a cada dia vejo quão errada sou. E tenho consciência disso.

Mas e a sociedade? Precisará de quantos exemplos, quantas ações, para …

_sem posts_

.Ando sem inspiração...

...e o blog anda sem posts.

_comer, comer_

Domingo. Nada a se fazer a não ser ver o bom e velho futebol na telinha, sentar a frente de um computador e falar com poucas pessoas. Típico, não?

A rotina de domingos como este é maçante. Mas, já que dizem que é um dia para descansar, não vamos reclamar, não é mesmo?

Embora qualquer coisa que faça, já seja um belo agrado ao ego por não contentar-se com a rotina de sempre.

Uma ida ao shopping, uma companhia divertida, e umas coisas a resolver. Tudo não esta a nosso favor, e por isso, em vão. A solução???

- Comer, comer... comer, comer... é o melhor para poder crescer!

E lá vamos nós na indecisão sobre o jantar, antes de voltar para casa com a fominha sanada.

_feliz com as palavras do pobre garçom_

Restaurante cheio. Mesas lotadas. Pessoas e mais pessoas ao seu redor. E você, ali, naquele canto quase que escondida. Um cardápio, uma fome, e a espera. Sim, pois demoram a atender-te.

Enquanto isso, troca uma mensagem ou outra e observa a imagem muda de um show do Queen que passara na televisão. E pensa também, claro!

Até pensa se deveria estar ali, sozinha, enquanto todos estão acompanhados. Mas, não se importa. Queria estar ali, e pronto. A companhia seria boa... Entretanto, enquanto nada se tem, essa é a solução. Apenas conta com uma mente voando a sonhar.

Mata sua fome, se refresca com o suco de morango e se delicia com a torta holandesa.... Aiai - com água na boca.

Contudo, quem sai para jantar sozinha, quase meia noite... Normal não é. Parece faltar algo, e sim... Não é um acompanhante ou uma cadeira ocupada bem a sua frente. Não, não. Tolisse.

Onde está o documento com o dinheiro??? Logo a conta chega.. E como faz? Exatamente. Se envergonha e diz que esqueceu no carro. Questiona…

_final de semana_

Essa curta semana de rotinas me faz escrever de forma que eu não goste.

Mas o final de semana se aproxima rapidamente, com propósito de mudar meu humor.

- Próxima semana acordo com pé direito. =D

_esfacelar pensamentos_

Três pessoas ao redor. Uma mesa até organizada. Um celular que não toca. Um copo com água e um grampeador sem uso. Algumas folhas e lições. E um teclado cansado de escrever palavras que minhas mãos custam a digitar.

Incrível pensar que são 9h15AM e eu não tenha feito absolutamente nada. Escutei algumas músicas, isto é certo. Um clip, apaguei uns e-mails, troquei de lugar.

E pergunto: - Isso é trabalhar? Preciso ocupar minha cabeça com tarefas que possam explorar da minha capacidade.

E principalemte esfacelar pensamentos. Mutações, ilusões e tudo mais.

- O que uma noite mal dormida não faz com as pessoas?

_pepperoni e mussarela_

Só para variar, um pouco antes de dormir nesta madrugada, estive pensando.

Acabei ficando magoada com algumas situações, e o aperto foi inevitável. Viajei por dias passados, naqueles em que alguém por mais ogro que fosse, me trazia um conforto inexplicável.

Uma brincadeira, umas birras, mas tudo literalmente acabava em pizza. - Pepperoni e Mussarela. - Me recordo até hoje, das discussões sobre quem iria buscar, onde pedir, ou se íamos tirar o carro da garagem apenas para não tomar chuva e molhar o "rango".

Os mesmos filmes eram vistos inúmeras vezes. As noites em claro assistindo desenho. Um leite quente preparado com carinho. Eu esparramada no sofá tentando entender porque estava ficando cada vez mais boba. Tudo valeria a pena? E então, seria isso o que chamam de amor?

Foram meses de indas e vindas. Naquele bairro, prédio ou loja.. E por mais estranho que fosse, sempre acabavamos nos entendendo. E ele sempre me convencia que na hora certa voltaria.

Numa última visita, um ar de d…

_pesa_

E nessas horas sempre me vem aqueles questionamentos de sempre... O que eu faço ou deveria deixar de fazer?

E a consciência pesa.

_tudo volta a estaca zero_

Demoro a dormir. E reluto em acordar. Na verdade continuo numa busca incessante de compreender meus sentimentos. É como se minha vista embaçasse a cada vez que eu tentasse enxergar além dos olhos.

Algumas peças chaves. Algumas ações infundadas. Sentidos até distintos. E por serem tão distintos, contrários e antigos tornam um tanto complicado advir outros.

Tento, mas não me encaixo. As novidades são como tampões, ou óculos de sol. Usa-se em alguns momentos, distrae-se, mas logo, retira-se.

As imperfeições, até mesmo corriqueiras, não me despertam da forma que deveriam. E qualquer alteração é passageira. Como diversão.

Pois tudo volta a estaca zero. Ao ponto de partida. Ao dia anterior. E quando isso termina? Talvez seja uma constante, que mesmo com a troca de peças, jamais irá acabar.

_a importancia do riso_

Qual a vantagem de viver infeliz?

Em dias que nem mesmo eu, permito-me sorrir, vejo quão fundamental se faz a importancia do riso. Tudo parece ser tão mais parado. Sem vida.

E dou razão a dias como esses. Pois sabes que no sucessor não podes deixar a inacção tomar conta de ti novamente. Precisas ir a luta. Mostrando a ti mesmo que não só de caos e imperfeições se faz a vida. E por não sofrer de aglossia, já dizia o ditado, quem tem boca vai a Roma, e podes mudar um mundo. Da mesma forma que penso, logo existo, e que não sabemos ao certo nossos próximos momentos, porque brecar a vida quando se podes viver?

Basta querer.

Bota esses dentes ao vento, tudo tem seu lado positivo. Tente enxergá-lo.

(O brisa... tá na hora de dormir.)

_palavras lançadas_

Um medíocre blog. Umas palavras lançadas. Pensamentos ainda escondidos.

Estou a adorar essa idéia de blog. Embora ainda tenha muito a aprender. De uns tempos pra cá me divirto com isso.

Talvez seja uma maneira de crescer, na releitura dos próprios textos, corrigindo imperfeições, aprimorando escritas, discorrendo e divagando pensamentos.

Até onde vai eu não sei. Mas enquanto puder mexer dos dedos em cima do teclado, visitarei sempre estes espaços reservados a mim e a minha infinita paciência e persuasão.

_não importa-me a ocasião_

Abro a janela e o que observo são pessoas que vão e vem. Sozinhas, acompanhadas, calmas ou apressadas. Cada um com uma fisionomia, expressão, valor.

E assim como passam pessoas pelas ruas, passam em nossas vidas. Diferentes, estranhas, não importa. Tem tanta gente que passa despercebida por mais extravagante que seja. Ou então, de tão calada, passa e deixa marcas. Ficam para sempre. Na memória, nas lembranças, nos dias. Não importa.

Sabemos que certamente poderíamos conhecer inúmeras pessoas diariamente. Culturas diferentes, objetivos diversos. Algo a nos acrescentar.

E nós? No caso, eu. As vezes tento parar e pensar qual o tamanho da minha importância as pessoas. Sim, aquelas em que eu realmente me importo. Atribuo maior valor. O meu jeito, as minhas conversas, os meus defeitos. Podem ser tantos, se listados... E mesmo assim, um bocadinho de pessoas estão sempre por perto. Através de meios de comunicação tecnológicos, telefonemas, falas, o que for. Pessoalmente ou em pensamento.

E a…

_aquela antiga caixinha de músicas_

Sem inspiração hoje. E sempre... Ou não.

Ou talvez tudo esteja guardado. Acumulando-se para um exato momento que tarda a chegar. Não existem manifestações por nenhuma das partes. E tudo se parece com aquela antiga caixinha de músicas, um tanto antiga, que escondes no guarda-roupas para que ninguém a veja.

Se você a permite, ela canta, dança, parece ter vida. Se não, fica por tempos esperando alguém a libertar para que mostre suas aptidões. Alguém que a retire daquele cantinho e a transforme em canção.

E como a bailarina que dança através da música tocada, espero alguém para que concentre meus pensamentos podendo expressá-los, sem medo algum.

E ao som das mais diversas melodias, cantar, mesmo que desafinado, em sua direção. Recíproco ou não, sair do guarda-roupas e ficar no alto da estante, para que todos possam admirar o sorriso estampado em minha face.

_por que tentar sonhar tanto?_

Definitivamente minha cabeça parece hoje explodir. Engraçado que não tem nem como dizer que a culpa é da ressaca.

Realmente os meus pensamentos estão tão acelerados, que agora querem sair. Embora não podem, e por isso fazem pressão.

Rou unhas. Me protejo do frio. Fujo dos remédios. Acumulo apenas papéis mal escritos. Uma música bonita ao fundo, e a minha ilusória vida a passar.

Por que tentar sonhar tanto?

_a primavera parecia chegar_

A primavera dava sinais de que iria chegar. Assim como as flores pareciam brotar. Os campos, ainda que verdes, faziam crescer aos poucos as gramas. E o cantar dos pássaros já poderia ser ouvido. A primavera parecia chegar...

Mas em pouco tempo, o outono veio, as poucas folhas caíram e as arvores começaram a secar. Até as mínimas borboletas se ausentaram.

O tempo passa, como sempre, e o sol volta a raiar. Assim como o verão, anunciado aos poucos, com céus fortemente coloridos. E assim como as pessoas se animam, o meu sentimento novamente se enche de vontades. Vontades de se perder novamente em estórias, empolgantes e inusitadas.

Não posso driblar nenhum obstáculo. As vitórias são sempre mais gratificantes. E a vida está ai, para ser vivida.

_poupar-me de olhar para dentro_

Dia pacato. Improdutivo. Cabeça pulsante desde o acordar. Entediada, mal olhei para fora. E tentei também poupar-me de olhar para dentro.

Talvez esteja mal acostumada de ficar uns dias em casa. Ou talvez tenha acordado mal mesmo. E nas mínimas coisas, eu permaneço a perguntar-me: mas para que tantas dúvidas?

Se já existem certezas a altura?

_amanhã é um novo dia_

Chovendo, a garoa embassa os vidros do carro. Que contrastam com as brilhantes luzes iluminando meus caminhos. Uma tentativa de se perder, umas ideias de destino, vontades infundadas...

E o resultado? Chegar em casa com a mínima inspiração possível e mesmo assim ligar o pc para escrever e escutar a tal música que permanece em sua mente.

Enquanto pensas, a hora passa. Uns cotucões, medos repentinos, e nenhuma conclusão.

- É, realmente o melhor a fazer é se embrulhar nos lençóis e tentar sonhar dos mais lindos sonhos. Afinal, tudo passa, e amanhã é um novo dia..

_e enquanto viver_

5h43. Feriado do tio Tiradentes. Volta de um rolê perdido e engraçado.

Curioso e assustador são minhas alterações. Coração acelerado, mãos tremulas e algumas pontadas. Uma balada cheia, um carro que quebra, uma preocupação de leve.

E o que me entristece é pensar que eu mesma possa ser a causadora das minhas panes. E não poder contê-las.

O mundo esta ai, e enquanto viver, quero apenas aproveitar. ;)

_reciprocidade_

Incrível como as coisas são. E como ficam a cada dia. Fato que toda aquela cena em que possibilitou-me acreditar em mudanças já se escapou pelo vão. E então pergunto- me: Pra que? Se os próximos atos nunca mudam?

Basta algumas secas palavras e tudo se converte. E quando eu digo que quero me ver fora daqui, debochas....

Se comprar um sentimento fosse algo tão simples assim... Mas não. E acredito eu que tu tens muito a aprender. A vida não é feita apenas de permutas e compras... Mas do acúmulo de créditos... Qual este... Ah.. Este você já não consegue mais alcançar.

Engraçado como cobras de mim, o que nem mesmo consegues para ti. E como dizem, toda ação tem reação, e assim será a reciprocidade do que esperas.

_assombradas ideias_

Chocolates sobre a mesa e meu estômago a gritar como se os rejeitassem. Olho para os lados e há somente espaços vazios e um bocado de pensamentos a voar. Edredons jogados pelo sofá, e um pé gelado que tarda a esquentar.

Tenho livros para terminar de ler. Diversas ideias para escrever. E as mesmas delongas de sempre para digitar. E minhas dúvidas me passam rasteiras. Derrubam-me e deixam-me sem ar.

- Traga a maca, que já não sustento mais meus ossos. Meus pulmões estão tão cheios de ar que se perdem, e tentam me asfixiar. Estremeço. E crio tumores em meu próprio coração. Minha cabeça já não tem mais vontades de pensar nas mesmas coisas.

Acalma-te. Tudo o que preocupa-te é passageiro. Assim como as assombradas ideias que persistem. Ocupa sua mente com novas tarefas, não fique a pairar no tempo deixando o passar rapidamente, perdendo atrasados segundos que tardam a chegar.

- Eu tento. E com descontração esqueço por instantes o que não quero mais pensar.

_andar por novos horizontes_

O frio vem tentar esfriar o aquecimento do meu coração. Como se tentasse endurecê-lo novamente. Brecando tudo que vem de tempos pra cá.

Existe então um bloqueio, e peças de um quebra-cabeça que não se encaixam. Um tabuleiro onde qualquer peça movida pode resultar em um cheque-mate. Ou qualquer carta errada lançada a mesa seja trucada.

Os meus sentidos se esbarram nas vontades. Distintos um do outro, sem meio de se completarem. E é sempre nesse vai e vem, onde razão e coração jamais entram em um acordo. O que faz tudo mudar. Ficar mais confuso e indefinido.

Traçar outros rumos é tentar fugir do próprio ser. Fugir das minhas próprias verdades e valores. É como fingir ser outra pessoa. Qual não sou. E sofrer. Por complicar tudo que poderia ser tão mais simples.

E por quê? Talvez por gostar das brincadeiras de tentar me descobrir, criando cada vez mais perguntas e respostas, numa linha rotineira que jamais terá seu fim.

E de repente, a única maneira de se livrar de tudo isso, seja andar por n…

_em ritmo de feriado_

Papéis e contas sobre a mesa. Fios e cabos espalhados pelo chão. Assim como a mochila, e alguma mudas de roupas. E enquanto permanece a desorganização aqui, permanece ali também.

Me contento apenas com um computador, uns litros de água, algumas lembranças e falta de inspiração. Esta na hora de dormir.

Quiçá tudo esteja em ritmo de feriado. Ou então, a preguiça venha se espalhando assim como o frio que encobre a cidade. Vai saber quando essa onda passa...

_talvez fora cinco da manhã_

Sabe aquela vontade louca de sair vagando por ai? Um casaco quente, um cachecol, blusas de lã.. Unindo-se ao vento frio que corta seus pensamentos, como se indicasse o quão estas perdida. E a garoa fina, que desce como quem avisa que você ainda vaga, mesmo que lentamente, e que seus pensamentos podem viajar por longínquos caminhos e sempre retornarão a casa. Afinal, ainda revive.

Para num bar qualquer, toma um leite quente, avisando o retorno. Talvez fora cinco da manhã, ou mais. E precisa descansar.

O dia ainda estas por vir. E é longo. Acende uns cigarros, tenta aquecer-te. Dribla o sereno e os cubículos de gelo que escorrem pelo chão. Adentra-se, corre para tomar um banho quente e descansar.

Esta na hora de pensamentos antigos ficarem do lado de fora do portão. Barrados pelas imensas grades e redomas existentes ali.

Basta não deixá-los novamente entrar com um pequeno deslize ou buraco das fechaduras.

_Sou boboca_

Engraçado e ao mesmo tempo entediante saber que você esta besta ao extremo. Ao mesmo tempo que riem, te mandam calar a boca.. Mas ao mesmo tempo que você tem consciencia disso, não consegue controlar.

E sim. Sou boboca. Por alguns momentos.... Beijo =*

_sorrir de orelha a orelha_

As coisas parecem tomar rumo. E ainda com dúvidas, estou tentando mudar o sentido dos meus pensamentos. Se persistir, será como ferida aberta, abafada, que dói repentinamente, escondida e ao mesmo tempo, trancafiada. Se alterar, pode ser como algo como a primavera, colorindo aos poucos meus dias. Recuperando todo o ar e a vontade que meus pulmões tem de respirar.

Embora ambos possam me fazer sorrir de orelha a orelha, sem ligar para mais nada.

_já é querer pensar em alguma coisa_

- No telão passam slides do evento. E toca-se uma música, que mesmo alta, parece longe dos meus pensamentos agora. Na verdade viajo pelas idéias, mas nem sei onde quero chegar. Talvez esteja dando um descanso ao pensamento não pensando em nada, apenas nestas palavras em vão.

Encontro um pedaço de papel cujo existem alguns escritos. Entretanto não faço questão de ler, ele apenas se transformou em rascunhos para minhas palavras... E então me ponho a escrever. Não quero pensar em nada, mas querer pensar em nada já é querer pensar em alguma coisa.

Trocando de assunto, lembro que na aula de psicologia, por mais que não havia prestado atenção, o professor comentou alguma coisa sobre realização dos sonhos. E em minha mente é apenas isto que faz sentido. Total sentido. Mesmo que existam barreiras.

Se elas existem, são para serem ultrapassadas. E eu vou!


(Fotolog - 21.10.08)

_inúmeras coisas_

O que se pode ver através dos olhos? Julgamentos, sentimentos, empatia. Afinal, o que se pode ver por trás dos olhos?

Existem inúmeras coisas que jamais saberemos. A realidade, os pensamentos, as lembranças. Motivos, angústias, objetivos, motivações. O que se passa aqui, ali, ou lá. Cada um compreende de uma forma. Com diferenças ou não. Cada ser é um ser. E age da forma que lhe julga conveniente.

Enxergar através dos olhos é complicado. E talvez por isso jamais entenderemos por completo as outras pessoas. Eu não sei as vezes o que realmente se passa aqui. Mutações de pensamentos que se alteram entre teorias e idéias. Conflitos entre razão e coração. (...)

(Fotolog - 23.03.09)

_infinitas possibilidades_

Em nossas vidas existem momentos que algumas situações ocorrem para sanar a ausência de outras. Se por vezes não conseguimos o que desejamos, a solução é talvez mergulhar nas infinitas possibilidades que nos aparecem.

E mesmo que em vão, tentar.

_mais um do caderno_

Estava então a pensar nas coisas boas da vida. Nas razões por estarmos onde estamos.

Vejo gente por todos os lados, e por vezes o barulho é tamanho que chega a ser ensurdecedor. Então, por momentos, eu me pergunto o que faço aqui se lá fora esta você. Em algum lugar. Qual demoro a encontrar. Estremeço. Penso. Tenho medo. E desejo. Por tempos, que estivesse aqui. Não quero ser a mesma. Que apenas lança palavras para um leitor qualquer. Elas necessitam ser mais diretas para ti.

E talvez voltando ao início do texto, mesmo que clichê, "aproveitar as coisas boas da vida". É difícil encontrar novas perguntas para o que ja se tem respostas.

Já não sei o que escrevo. E já não quero mais pensar. Apenas, sair e viver.


(Não sei de quando é, mas é mais um do caderno...)

_sem mais querer acordar_

Se as vezes me faltam palavras, outras tantas elas parecem explodir ao querer falar.

O incerto, o incrédulo, é o sentido sem sentido. A cada momento em que o pensar se torna sonhar, vivo então, sem mais querer acordar.


(Relendo os escritos no caderno... E sem inspiração pra postar... O jeito é copiar.)

_por quê insistir em tentar_

Insônia. E sonolência ao mesmo tempo. Se for para mal dormir, prefiro permanecer horas acordada. Mesmo sabendo que amanhã não haverá forças.

Se a agitação e a turbulência não me deixa repousar, por quê insistir em tentar?
Se ao menos soubesse que em sonhos virá me visitar... Já bastaria.

Incrível como eu me encuco com sonhos onde não vejo a face das pessoas mas tenho a sensação de que me fazem bem. O que me faz querer continuar a sonhar, literalmente.

Besteira, mas o único modo de encontrar sempre a mesma incógnita e perfeição. E ilusão.

_outra vez me encontrar_

Sabe o telefonema que você insiste em aguardar? O sorriso que tarda a chegar? E os braços pedindo para te confortar?

Os meus podem ser teus. Basta outra vez me encontrar.

_abre caminho novamente aos raios do sol_

As gotas de chuva que caem sobre minha face são como intimação a ir para casa e me esconder dentre os lençóis. Ilhar-me em meio a travesseiros, rascunhos e chocolates. Esquecer-me de lembrar das silhuetas e fatos gravados em minha mente como em outrora. Apagar por instantes o poder de pensar e elevar estes pensamentos ao longe, na busca por nada.

E de lá levantar somente após de descansar enquanto a tempestade abre caminho novamente aos raios do sol.

_está tudo tão pacato_

Tenho textos a terminar. E não é de hoje que os inicio e perco a inspiração. Talvez precise de mais ações, mais cores aos meus olhos e então mais inspiração em meus textos.

Está tudo tão pacato. Que nem se quer meus sentimentos estão dispostos a se expor. Pode ser culpa do frio, que esta chegando...

_decida de vez_

Leonina, com todas as características zodiacais pertinentes ao signo. E tal previsão se enquadra bem.

‘A luta do sonho contra o medo tem um lance forte hoje. Não dá pra negar nenhum dos dois. Sem sonho, você não enfrenta novos desafios. Sem a realidade, nada existe de verdade. O sucesso não tem razão de ser. O amor requer compromisso, constância e fidelidade. Pense e decida de vez.’

Sonhar e ir em busca dos sonhos, ou viver a realidade sem permitir muito planejar, apenas acontecer?

- Confesso que de uns tempos pra cá me pego nessa dúvida... E minhas respostas mudam a cada instante.

_uma saída ou bifurcação_

Vagando incansavelmente, ela tenta achar caminhos. Caminhos para tentar mostrar que pode ser melhor. Que muito do que faz há motivos. Só seus, embora. Entretanto, sorrateiramente, abrem-se buracos que custam a fechar. E mesmo sabendo que dói, persiste. Não se deixa perder os últimos grãos da esperança que lhe resta. Encontra então, uma saída ou bifurcação e lá está também o seu destino.

Virar a direita, permitindo escapar lembranças entre os dedos, e cultivando vontades de novos momentos, se deixando levar pelos bons fluidos que virá pelo caminho...

Ou seguir na esquerda, alimentando aos poucos a vontade de se jogar do alto da montanha, aguardando um imenso lago azul, qual te salvará através de um mergulho profundo em águas transparentes qual buscara há tempos.

Dois distintos caminhos que podem levar ao ápice ou a perdição. E então?
O pote de ouro. A felicidade sem fim. E será que alguém já chegou ao final do arco-íris?


volto depois pra terminar de escrever. ;)

_o mundo te espera_

Dormir e só acordar quando o sino badala cinco vezes consecutivas. Ou mais. A noite me faz tão bem que por inúmeras vezes penso em alterar minhas rotinas e buscar novos meios para alterar completamente meus horários. É como se me sentisse mais viva. Mais animada. Muito mais pique para seguir.

Andar por ai, observando apenas a lua e as poucas luzes presentes dentre as ruas. Não há quase ninguém, quando se compara ao dia. E a sensação de liberdade é tamanha.

- Vamos, que o mundo te espera.

_novos rumos para se traçar_

Destino. O que é o destino se não peças pregadas diariamente? Uns gorós, uma turma, você perdida. E alguém que parece estar ali para animar-te.

- Encantei-me. E confesso, fazia tempo que não me acontecia algo assim.

Nada aconteceu. Mas animou minha noite, e meus futuros roles. Amanhã talvez já não sinta nada como agora, mas que algo parece começar a mudar, parece.

- Já que não viestes a mim, buscarei novos rumos para se traçar.

_já não basta-me_

São delongas confusas e jogadas em uma simples tela. Sentimentos tão esquisitos que impedem de se decifrar-se. Se por hora desejas um, por outras preferes arriscar, em novidades, em nada antes passado.

A realidade que quero parece esfacelar-se a cada ato. Ninguém talvez possa compreender-me. E não há nada que possa me mostrar a direção a seguir. Se quero, quero. Se não, já não basta-me indícios.

A confusão se faz e desfaz como um piscar de olhos. E quando me perco por ai posso perceber que vai além de pensamentos as minhas estranhas vontades.

Jaja desco até você. ;)

_talvez seja a hora de mudar_

Sair sem destino por ai enquanto estas bodeada. Deparar-se com a mais deliciosa bebida. E com salvadoras risadas. Beber, sem muito privar-se. Sem moderar-se.

-Fazer novas amizades nunca é demais. E assim fui.

Um bar qualquer e depois de alguns copos você se sente em casa. Rostos desconhecidos que animam-te e fazem esquecer por momentos do que permanentemente não escapas de sua mente. Talvez seja a hora de mudar. Pensar que o que desejas é sem fundamentos. Sem sentido.

Tu rias de ti mesmo, ali, respondendo mensagens e conversas. Sem muito saber o que fazer, parte. Em direção do destino. Que sempre lhe prega peças. Apaixona-te. Por uma noite. Com vontades de perder-se por ai.

- Apaixono-me, por braços tatuados, encantadores, embreagados.

E o que fazer??? Nada mais que esperar... As próximas cenas de capítulos já antes traçados pelo destino. Que muda a cada instante. Que te surpreende a cada mudança. Que te faz seguir rumos até desconhecidos em busca de descobertas jamais planejadas.

Seja o …

_não mais alongar_

Uma quinta-feira sonâmbula. E como não havia nada a se fazer, meus pensamentos burbulhavam. Vagavam ao longe. Inconstantes. E em instantes mais coerentes, me alertavam.

Existem coisas que não me fazem bem. Não da maneira que deveriam ser. E por isso sobram marcas.

Vou apagar os vestígios incoerentes, as meras coincidências que me levaram e levam a acreditar. Preciso de novos passatempos e pensamentos. Não, não mais alongar o que já existe premissa do fim.

_confuso, mas cabível_

Porque metade de mim, sente. A outra quer apenas agir com vontades.

Confuso, mas cabível. E pode ser realmente esta a explicação das minhas questões. Que se embora não se encaixem, fazem sentido.

_um bom passatempo_

Sair. Se perder por ai. Encontrar pessoas até mesmo desconhecidas.
Um bom passatempo quando se precisa distrair. Esquecer de fatos e intuições.

E eu vou. Volto amanhã.

_existe um bloqueio_

Por vezes as palavras fogem. Outras, não cabem aqui. Talvez exista apenas uma pessoa a ler estes escritos. Ou então, tantas outras que desconheço e passam aqui despercebidas. E mesmo assim existe um bloqueio em digitar palavras que expressem tudo que sinto.

Talvez por não ser real. Talvez por não acreditar. Ou não ter forças. Na verdade queria esquecer. E porque deixar de escrever, se o pensamento martela insistente, incansável?

Também não sei.

_não se expressa_

Cansada. De procurar respostas onde já não se quer existem mais perguntas. Sim, Certezas. Que por vezes dilaceram qualquer migalha de esperança existente. Tempos que jamais poderão voltar. E o pulsar de um coração que, caladamente bate, tentando apagar de si fragmentos de ilusões. Quer parar. Mas sabes bem que é impossível camuflar-se. Afinal, podes tropeçar na próxima saída.

Lembra das dilacerações passadas. Recuperado, mas ainda fraco. E desta maneira, mesmo calado, grita por socorro. E insistentemente persiste em bater. Dói. Mas não se expressa. Apenas espera. Por uma hora que não vais chegar. E embora tente mudar seu destino, peca. Em vão.

E o que nos resta é o tempo. Que corre lentamente em busca da cura.

_noite a fora_

O sono vai e vem. E na verdade se pudesse jamais dormiria quando a lua nasce e o sol se põe. Ou quando todas as pessoas normais estão indo para suas camas. Um ar diferente, noturno, amedrontado, cego e calado. Porém é inspirador, sereno, oculto, mágico e instigante.

Inpensado, indecifrado! Vontade de seguir. Vagando. Noite a fora. Sonhando acordado numa realidade em que você mesmo construíra. Pensamentos iluminados pelas luzes da cidade que brilham reluzentes por todos os caminhos. Caminhos estes que você podes ou não percorrer. Se vai em frente, vira a próxima direita, ou quebra para a esquerda, basta apenas seu tino, ou seu poder de escolha. Mas não pare. Jamais. Não deixe nunca de seguir em frente, mesmo que criando atalhos ou caminhos não antes explorados.

- Um dia, vagando por ai, certamente me encontrará cruzando teu caminho.

_perdi o foco_

Abri aqui com alguma ideia. Mas ao me distrair com uma reportagem qualquer, perdi o foco. Quero escrever de novas coisas aqui.

Já que não me recordo de tal... Vou escrever sobre o blog.. Com meus textos chatos, que distraem alguém, que ainda o publica no fotolog... ¬¬ Ok, Ok. Ela pode =s

Bye.

_se não um olhar_

Retratos. Retratos retratados por um olhar. O que existe por traz da visão de um fotógrafo, se não um olhar? E é esta a sua principal arma. É por onde retrata um sentimento através de uma imagem, um simples clic.

Precisando sair por ai e tirar fotos. Entrar por novos lugares. Fazer qualquer coisa com uma câmera na mão.

- Preto e branco de preferência, por favor.

_felicidade não se compra_

Sabe quando você mal consegue dormir, mas ao levantar brota um ânimo surpreendente? Hoje acordei assim... E é engraçado ver como as pessoas não se conformam que em plena segunda feira, você esta a sorrir, na verdade poderia ser qualquer dia... que provavelmente aconteceria o mesmo...

Tem locais em que não me sinto bem. Mas se eu acordei feliz, ninguém me tira esse sorriso do rosto. A felicidade não se compra... Vai e vem, inconstante, com casos e acasos, ou simplesmente vem. E enquanto puder, não a deixe ir embora. Certas horas, ela se torna o principal instinto motivante de te fazer seguir.

_ainda se pergunta_

- Alguns textos, até grandes e distorcidos. Uma publicação a terminar. (Claro, já não se lembra o que nela iria digitar). É madrugada. E a noite me faz melhor.

Nesses tempos, ainda se pergunta... Seria fraca o bastante para reconhecer um amor? Apenas um... para por vezes sair da mesmisse, da realidade, perder o chão, mesmo estando sobre ele...

Acalma-te. Um dia, vai chegar. ( - É o que quero acreditar)

- Ou talvez eu seja exigente demais.

_apagar o que me fere e faz-me mal_

Chegar em uma casa que mesmo sendo "sua" não parece ser. Praticamente não vê ninguém familiar. A não ser os quadros e fotos qual retratam o passado que em partes quer apagar. Pensa que muito poderia ser diferente. Não, não dependeria só de ti.

Pensa mais um pouco. Analisa seus poucos pertences. Suas marcas já estão se ajuntando para dali partir. Já não desejas mais esta realidade. Não quer cinco minutos de conversa que se jogam fora após algumas discussões. Nem mesmo um agrado a cada período. Ou é ou não mais. Pra que dizer que vive em família, se quanto mais os dias passam, mais parece cada um por si?

Não pertenço mais a este local. Quero apagar o que me fere e faz-me mal. Nada mais me prende aqui. E o mundo me espera. Um mundo novo, de responsabilidades, de "ralação", de muito mais contas a pagar. Mas de muito mais prazer a se viver.

Daqui carregarei apenas uma mochila, um computador, minhas antigas e companheiras câmeras, um punhado de papéis e rabiscos, fotografia…

_a verba termina_

Tens momentos que parece tudo estar contra ti. Uma infeliz gripe te pega na sexta. As suas amídalas doem como nunca. E você parece estar bodeada como jamais esteve antes. Mas existe um final de semana a frente. E isso significa que existem coisas a fazer.

Na sexta.. Existem provas. E quem disse que estas preparadas para elas? Ria-te de ti mesmo com as respostas da de sociologia. E se irrita com quem não sabe colar na administração. Tem festa. Morre no mercado. Mas ainda há tempo de um chocolate e uma bebida.

Sábado. Hangar 110 te aguarda. E um tanto bodeada e com a chata da falta de ar você tenta se animar. Por segundos parece esquecer que suas vias nasais estão congestionadas. Tenta se divertir.

Era como o final de semana mais bodeado de todos os tempos. E você fica um tanto "puta" contigo mesmo por isso. Carros ainda são movidos por combustível. E vocÊ gasta o que tem para isso. Sua irma te furta. Sua mãe jamais quer voltar pra casa. A verba termina. O banco causa. Quando …

_farta desta gripe_

O coração bate acelerado, pulsante, cansado... Precisa de ar, qual bombo lentamente, pois suas entradas estão congestionadas. Por vezes sinto parecer cair, ou tudo girar. Mais umas respiradas depressa e tudo volta ao normal.

Já encontro-me farta desta gripe. Alguém a leve de mim?

_ o que vejo? _

Olho para o lado, e o que vejo?

(preguiça de terminar de digitar. volto amanhã.)

_explodem de uma só vez_

Minha cabeça esta latejando. As luzes da cidade por qual caminho, algumas vezes deixa de me animar. E então percebo quão chato é estar chato. Chato até com você mesmo, em seus pensamentos.

- O que uma dor de garganta não faz? Eu diria...

E talvez, sejam outras tantas coisas, que quando acumulam, explodem de uma só vez.

- Por favor, me traga alguns cobertores, uma xícara quente de chá e o seu carinho? Acho que não consigo ficar por tanto tempo sozinha. E acabo sendo fraca o suficiente para dizer que sou.

Agora, tente dormir. Amanhã certamente virá um novo dia.

- Me deixe hibernar por todo o final de semana?

_seja bem vinda gripe_

Atchiiiinn... Depois de uma noite mal dormida, os resultados começam a dar sinais. Uma garganta inflamada, uma dor de cabeça de leve e uma razoável preguiça... Seja bem vinda gripe! =) Mas não por muito tempo. Amanhã já é sábado e você já poderia ir embora. Tenho a frente um final de semana que me espera!

_acreditando apenas em suas verdades_

Lá fora cai friamente o sereno. Antes de chegar em casa, pude sentir cair as finas gotas de chuva. E nessas horas, vejo que não só de aparencias vivem as pessoas. Por traz de tudo ainda existe pele e ossos. Ou melhor, infinitas células agrupadas formando um orgão pulsante, inquieto e que vive a nos pregar peças. Um coração, que age impulsivamente, contando e acreditando apenas em suas verdades, muitas vezes desconhecidas pela razão, mas aceitável para os sentimentos. E o meu, por não ser tão diferente, vive a me pregar peças um tanto fascinantes que me leva a refletir a cada mísera mudança de palpitação.

_cá estou novamente a escrever_

É como um passatempo. Minutos livres, e cá estou novamente a escrever. Confesso que a falta de assunto é assustadora, o que me faz cair sempre nos mesmos, ou a criar ou recriar estórias.

Que bom que aqui as postagens não são tão limitadas. E eu estou gostando disso.

_sentidos intermitentes_

Engraçado pensar como os tempos mudam. Por outros bocados, eu estaria hoje aflita, esperando por um telefonema que tardava a chegar. Entretanto, podes o telefone tocar que serás surpresa. E podes me animar por justamente não esperar. Mas não o aguardo como anteriormente. E então vejo como as coisas que antes pareciam tanto machucar, agora já não o faz mais. Pensamentos mudam. Tarefas se modificam. Os valores e trajetos são alterados.

Há tantas coisas que atualmente me fazem refletir. Existem perguntas que me instigam a traçar suas respostas. São como sentidos intermitentes que me confundem e me ensinam. Confusos até demais.

Se com o passar dos dias pareço evoluir, me resta então, continuar a crescer.

_alguém que quer fazer-te feliz_

Por todos os dias levanto lentamente como alguém que não quer acordar. Ao me desvencilhar dos lençóis um tanto aquecidos, me recordo de ti. E com os olhos ainda pesados de alguém que quer fazer-te feliz, me vejo cansada quando reparo que por sonhos esquecestes de me visitar..

O caminho ao escritório pode parecer tedioso e rotineiro. Mas o dia que renasce pode nos reservar acontecimentos jamais vividos anteriormente. Basta querer. Basta vir me ver.

_escritos por escrever apenas_

Engraçado como tenho muito mais facilidade em escrever do que ler. Iniciei certo livro hoje pela manhã. E pode ser que pegue mais gosto pela coisa. Mas a minha vontade é mesmo de contar estórias. Sim, 'estórias'. Vocábulo aparentemente mal escrito, mas que na realidade significa narrativas de ficção, exposição romanceada de fatos e episódios, como um conto.

Não um longínquo conto, de páginas e capítulos, meramentes escritos por escrever apenas. Mas textos simples que mostrem a realidade por qual se encontra. Digitar todas as palavras vindas a mente não com o propósito de um próximo cápítulo, mas um futuro escrito a cada dia, com base nos mais diversos acontecimentos e sentimentos.

Nada rotineiro. E por isso procuro mudanças. Viagens perdidas, andanças sem rumo, capotes por ai. Não vivem dizendo 'vivendo e aprendendo'? Go, go. Let´s life.

_ok,ok. paremos por ai_

Me enchi de palavras sem motivos, sendo escritas num blog qualquer. Falar de sentimentos, eu? Não seria tola o bastante... Inútil. E pra que?

Ok, ok... Paremos por ai. Hoje é o Dia da mentira!!! Primeiro de Abril. E desde quando será que inventaram isso? Bom seria se mentíssemos apenas neste dia... Mas comumente nos deparamos com elas. As vezes mentimos até para nós mesmos... é como se tentasse eu, me dizer estas primeiras linhas. Impossível... Mentiras acabam por machucar tão quão os efeitos resultantes das verdades.

E mesmo assim, ainda prefiro verdades sinceras do que mentiras dilacerantes.

_Estou em greve para quem tentar me ferir_

Essa tal hierarquia me intriga. Será mesmo que somos obrigados a segui-la, mesmo que necessário seja contrapor uma regra? Seria o simples fato de agradar alguém?
Maneira alguma. Estive a ponto de estourar ouvindo tal baixaria. Uns comprimidos de segurança, e mantive a calma. Não vai ser qualquer um que conseguirá acabar com a minha fase de bom humor. Não mesmo. Ainda mais se me refiro ao baixo calão. Que ai, com certeza, perdem todos os créditos.

Meus ouvidos recusam-se ao ouvi-los, do mesmo modo em que minha mente bloqueia qualquer feito manifestado por suas ações. Estou em greve para quem tentar me ferir.