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Mostrando postagens de 2009

_Insistentemente_

Existe um alguém por quem meus olhos brilham incansáveis.
Insistentemente, meus pensamentos vagam por onde andam os teus.
O medo fala berrante quando o assunto é poder te achar.
Sem ao menos saber como pude te perder.

Dizer que planejei, não foi
Erro maior que o querer, é sentir.
Esquecer não me basta, já que a dor da perda é agonia calada.
E o tempo, mesmo que passe
Tarda todas as memórias apagar.



- Chichê. Bizarro. Rótulo qualquer. Apenas para tentar descrever a perda de um amor por anos guardado, que por vezes volta a tona, atormenta, faz doer. E nem mesmo por perto posso ter. Mas o longe não é o bastante para me fazer apagar memórias. E esquecer de daqueles dias em que meu riso era mais feliz simplesmente por ter você ali comigo. Sempre ao meu lado.

(...) O pra sempre, sempre acaba. (...)

_fazer sorrir_

Sorrir ou chorar, viver para crer.
Nesta correria monótona de dias atordoados, nada adianta lágrimas derramar se existem fragmentos de felicidades para nos fazer sorrir.

_mais valor_

Um colo pra deitar, um pescoço para abraçar e um ombro para chorar.

As vezes uma casa vazia não é tão bacana. E a companhia da tv não é suficiente para te fazer esquecer o que pensas. Os barulhos são silêncio junto ao vazio, que consomem o tempo que voa, mas demora a passar.

As vezes a falta de alguém é tão grande que parece ser egoísmo não querer por aqui ficar. E talvez ninguém possa compreender a falta que sinto. O aperto por nao poder ter perto. A angústia por estar longe e não ser capaz de mudar.

As vezes sou obrigada a crescer, mesmo não querendo. E então, perceber que o que passou não volta mais. E quem sabe, em outras oportunidades, aprender dar mais valor.

_minha vez_

O inesperado e incerto é o que te faz seguir em frente. Então siga...
Se a vida lhe deu uma segunda chance, por quê não arriscar? Esta é a hora...
- Agora é a minha vez!

_por que parar_

Saber, pensar, sentir. Tentar mudar.

No passado, paciência. Hoje, ausência.
E amanhã, talvez nem persistência.

Enquanto acredito em mudanças à alguns,
a outros, apenas o tempo pode dizer.

Não me conformo.
Por que parar, se existe muito aprender?

_já não quero _

Melhor parar de fugir, se enganar com suposições. Criar ilusórios finais.
Abrir os olhos, perceber que já não sentes mais. O que houve em tempos atrás.

O mesmo eu já não quero mais.

_em outros tempos_

Hoje percebi quão juntos andam o amor e a loucura...

Num piscar de olhos ele volta, e a indecisão também. Ou seria imprecisão? É tão complicado entender o por quê de as vezes tamanho querer... Ou então, a indiferença que o faz.

Talvez, por medo, ou por razão. Talvez porque perdi meu coração.

- Em outros tempos, estaria longe agora.

_quem sabe_

Talvez eu deixe de esperar sinais da sua volta.Assim, meu telefone não mais vai apelar por sua procura.

Talvez o raiar do sol se torne mais aquecedor nas manhãs frias de inverno, e apague os rastros gelados de um passado.
Talvez a saudade não soe como dor, outrora sentida. E o vazio venha ceder lugar para os novos horizontes.

Talvez a vontade de seu cheiro seja sanada pelas lembranças.E então eu me dê conta do desapego mostrando seus sinais. Ou do amor, ainda que fracassado.

- Quem sabe.. Já nem sei mais quem sou.

_trêmulas pernas_

Eu ainda não consigo explicar minhas trêmulas pernas, quando existe a possibilidade de te ver.

_no tal do amor_

Ouço músicas, e nada além de lembranças.
Não existem sensações novas, não há pensamentos diferentes. Nem imagens modificadas.
A mente permanece inoperante. O vazio toma conta.

Embora eu ainda acredite no tal do amor.

_das coisas que não queres mais_

Sabe das coisas que não queres mais? De todas as roubadas que se meteu, e sem saída busca soluções?

Sabe das rotinas desgastantes e das pessoas rotuladas por traz do que já cansou de enxergar?

Sabe quando não consegues mais mentir, suportar, nem ao menos ignorar???

- Pois bem. Assim estou. Sei o que sinto, o que penso. O que eu quero. O que eu ainda não sei é por onde começar. Muito menos saber como vai acabar.

_um coração batendo acelerado_

Eu tenho um coração batendo acelerado. Desbaratinado... Descompassado.
Tenho mãos trêmulas, agônia insistente entre veias cansadas. Tenho nervos descontrolados... Esbravejados. Tenho sentimentos imprevísiveis e maus pressentimentos.

Já não há mais forças, embora exista a vontade de ficar. E nas tuas delongas, estas, tão ultrapassadas; não vou mais contar.

É como acreditar num finito sem fim. É esperar as cartas num jogo perdido. Crer nas horas que tardam a passar.

- E apesar de tudo, me resta lembrar do coração que tenho. Qual quero zelar.

_sem buscar outras saídas_

Cade você que se esconde por traz de outras mentiras
Sem porquê, sem pensar, sem buscar outras saídas?

Onde foi parar toda motivação,
Aonde se enfiou todas as vontades?



- Meu senso crítico esta afiadíssimo. E se eu continuar escrevendo vai ficar feio. É melhor parar. ;)

_paciência_

Paciência.

As horas tão lentas que voam frente aos olhos, são como o pensamentos que não podem ser mudados. As mesmas ideias, implicâncias, o nada.
Já nao existe mais paciência. Já não há mais tolerância para tal.
E o tempo.. Vai passando. Enquanto minha paciência, esgotando.

(Chega!)

_largada e mau humorada_

Ando chata. Largada e mau-humorada.

Os textos de outros dias, servem para dias como o de hoje. O que não me faz querer escrever algo mais.

Enquanto lá fora, um bocado se diverte. Eu permaneço aqui. Tentando me entender. Querendo entender.

Umas luzes acesas, sons diversos, e eu. Aqui.

(Sem inspiração. Então... Fui )

_parar de tentar crescer_

Existe vazio tão grande, como os espaços sem uso neste pequeno apartamento.

As luzes lá de fora refletem, aqui dentro, como se mostrasse o silêncio das vozes inexistentes.
O sofá, parece imenso, ao me envolver tristonha.

A cabeça gira, em pensamentos vagos, num alvoroço sem compreensão. Nem se quer o rádio ou a televisão são o bastante agora.

E fugir talvez não seja o bastante. Assim como ficar aqui, parada.

Necessito de nova vida, de viver sem parar. E sem cansar.

Ainda estou viva, mesmo que parecendo morta. Em outrora, a ponto de dar a cara para bater. À mim mesma.

Não posso parar de tentar. Não agora. Parar de tentar crescer.

_vai passar_

Por medo ou prevenção, tentei evitar ao máximo.

- Não interpretar as entrelinhas, não criar espectativas. Não manifestar visões de um futuro.

Parecia talvez, que uma voz ao fundo, me avisara dos rumos tomados.

São sempre dias lindos, e noites escuras. Um pequeno coração despedaçado, tentando se esconder.

Banir qualquer informação que o faça parar de bater. Punição aos viajantes pensamentos.
Conscientização do inconsciente. Todas tentativas em vão.

Medo ao olhar o espelho. Ver os pedaços ainda mais despedaçados. Amargura incoerente, vazando pelos dedos. Gritos apunhalando a garganta cansada de gritar.

E na verdade, furacão e ventania. Que quando acalma, sempre se recorda de que tudo, um dia, vai passar.

_mesma linha de partida e fim_

Já não é o bastante. O vazio, agora por outros motivos, causa mesmo ardor.

Ideias sem fundamentos. Gestos indecisos. Atitudes improváveis, difíceis de entender. Textos ou quaisquer resquício de você aqui, já não condiz com o presente.

Tanto foi feito. E a que ponto chegamos? Na mesma linha de partida e fim. Num caminho onde o começo e o término são praticamente os mesmos. Onde apenas aprendizados ficam.

Aprendizados estes, que ninguém consegue apagar. Por mais dolorido que seja.

E ver você, mesmo que de longe, me faz pensar tanto como sentí-lo por perto. Estas tão estranho. Que é impossível perceber se quer o que sente, ou pensa. Ou então, eu mesma, não o quero fazer mais. Não mais.

_não o bastante_

Faz um bom tempo que não me ponho a escrever. Não dou as caras. Nem se quer entro aqui.

Na verdade não há muito o que contar. Existe apenas um vazio. Uma ausência de extremos. Ou de qualquer sentimento estonteante que possa vir.

De certo, agora sem dor, relembro-me de fatos quais abrilhantaram meus olhos, retratando meu mais ingênio sorriso. Num tilintar suave de idéias, pulsações e alegrias.

Passageiro. Corriqueiro. Imenso e profundo furor despertado. Apagado. Calado, dilacerado.

E de fato, forte. Mas não o bastante para me fazer parar. E eu sigo. Persisto. Insisto!

_dilacerado orgulho_

Hoje eu poderia escrever mil linhas, ou o quanto fosse. São dias como esse que me prendo frente a uma mísera tela e então meus dedos se agitam ao digitar.

Tantas palavras. Tantas coisas desejadas a escrever. E ao mesmo tempo, todo o medo e a insegurança se faz. Vozes presas na garganta que arranha por não segurá-las. Náuseas.

E sem pensar, sem mensurar consequencias, lanço as palavras, poucas e sinceras que meu dilacerado orgulho permite.

- É. Podes entender que é real.

_eu realmente acreditei_

Tudo é calmaria, e de repente turbilhão quando se trata de ti. São sentimentos opostos e distintos, que se misturam e atrapalham num piscar de olhos.

É calor e frio. Amor e ódio. O que foi que fizeste para ser tão avassalador? Cativante; veio, marcou e se foi. - Não tá fácil. E nada me faria pensar que estaria assim. Confesso.

Qualquer lágrima que role por minha face não representaria nada comparado a dor e ao aperto vazio do meu coração.

- Eu realmente acreditei que a felicidade havia batido em minha porta. Quando na verdade, foi apenas um estranho que errastes o caminho.

_não devia lembrar_

Sei que não devia lembrar... assim como sei como é duro esquecer.

Na verdade existem momentos que nem se quer lembro de você. Mas por horas, teu olhar é minha única visão.

Teus abraços e carinhos, meu único conforto. E ilusão pouca para parar de sonhar.

Definitivamente eu não sei o que aconteceu. Totalmente fora do convencional eu me apaixonei por você e está dificil. Não há nada que eu possa fazer que não remeta a você. Clichê... ou não.. 'Tá' difícil te esquecer. Pois é!

_um amor inconstante_

Não existem mais mentiras para acreditar. Nem se quer vestígios que provem o que sobrou.

Se de um lado, angústia e dor, do outro, amor, calor.

Não que esperavas a eternidade, mas tampouco que duradouro fosse.

E estes, vagos dias de furor, somam cicatrizes de um amor inconstante.

De um coração pulsante, que quer esquecer a sua dor.


(nada é mais como antes. nem mesmo estas linhas me dão prazer em escrever.)

_há tanto mais_

Tem horas que é necessário botar a mão na consciência e se dar conta de que tens tão pouco tempo para se preocupar com bobagens... E por que não aproveitar este tempo com o que faz-te feliz?

Esquecer dos problemas, das perturbações e do mundo material. Por que não se decidar aos amigos, e a quem te faz bem?

A vida pode ser longa, mas curta demais para quem não sabe aproveitá-la.

E eu, mesmo não sabendo, quero dias com amigos e sorrisos, independente se lá fora faz frio ou calor, ou se o sol não brilha da maneira desejada. Há tanto mais para se viver e não se lamentar.

- Posso prever que as férias me renderão novos pensamentos.

_necessário sentir_

E eu, que tanto prezo pela felicidade de todos, por vezes, esqueço de cuidar da minha.

E é ai que eu percebo que sorrir, faz todo o sentido, quando é sentido realmente.

E que não adianta mentir para si mesmo. Afinal, existe sempre um vão que vai lembrar teus setimentos.

E na calada da noite, te dizer que sorrir apenas, não basta. É necessário sentir.

_cantar dos pássaros_

Agora, os finais de junho anunciam mudanças. É uma nova época. Inicia-se uma nova estação.

Hora de fazer novos planos, buscar outros rumos. Tudo que preparaste, já não lhe serves mais.

Precisas preparar-te cachecóis, luvas, casados pesados. É tempo de inverno. E não existe mais momentos para lembranças. É como uma ida sem volta. E por que reviver um passado que hoje já não faz mais sentido?

Busque novos campos para viver esta estação. Ver o sol nascer escondidinho, pelos mais verdes campos de flores encolhidas.

- E lembrar, que mesmo nas manhãs mais frias, o cantar dos pássaros pode tardar... mas estes... Ah.. estes jamais deixam de mostrar teu canto. Por mais cinzento que sejas o céu ou os ares por quais voam.

_com olhos, cheio d'agua_

Maio nunca esteve tão encantador como o passado. Foram horas manifestando um sorriso inigualável, com uma completude jamais vista.

Recordo-me com olhos, cheio d'agua, de quando percebi tal beleza e diferença. Era um, em muitos, no qual apreciei sem medo. Eram os segundos mais longos que seguiam até o momento de encontrar-te.

Apreensão, ansieade e suspiros. Acalmados por um olhar, quando tomava-me em teus braços. Acolhedor abraço.

Era proteção, e medo algum fazia sentido. Eram horas, passageiras, e noites ao teu lado. E qualquer gesto, acelerava ainda mais o meu esperançoso coração.

Pulsava em ritmo acelerado. Faltava-me o ar. E as palavras se calavam, enquanto os olhares diziam por si só. E nesses instantes, é que eu percebia, que o escondido amor, havia vindo mostrar as caras.

- Sim. Ele acreditava que poderia ressurgir.

_cego coração_

E quanto mais insistir, mais sofrer. Já dizia a razão para o pobre e cego coração.

E certamente, está na hora de ouvi-la. Antes que sofrer seja vocabulário insistente, que tarda em ir embora.

É o momento de deixar para traz. E esperar as novidades advindas junto ao longínquo e aquecedor inverno.

_fechado para balanço_

Tenho abandonado tanto o delongas. Que nem mesmo o formato anterior é cultivado. Sofreu mutações, assim como eu. E sem dúvidas, perdeu também sua forma e conteúdo.

Mas, são épocas. E as mudanças são originárias dos atos passados. Tantas coisas andam acontecendo. Talvez um tempo fechado para balanço.. Mas não.. Se faz necessário escrever.

Em pouco tempo, me vi apaixonada. Ganhei uma nova irmã. Adquiri novas dívidas. Tentei fazer as pazes com mamãe. Tentei também colocar juízo na Bi. Manter meu apartamento em ordem. Entrei em férias. E tantas coisas mais.

E o melhor da vida, é saber que ela nunca é igual. A não ser que você escolha parar de viver.
E de fato, eu não quero parar. Não agora.

(Em busca de novas inspirações. Textos clichês. E eu os odeio sempre.)

_inquieta manifestação_

Existem momentos que há tanto à expressar, que nem mesmo todas as palavras do mundo seriam capazes de descrever os sentimentos.

E nessas horas, o silêncio toma o lugar do grito, numa inquieta manifestação oculta, que apenas você pode compreender.

É como o ar trancafiado entre as traquéias e o pulmão, um coração acelerado que para momentâneamente de bater, e todo um corpo dilacerado em função d'outro.

Pra terminar, ainda sentes aquele frio na barriga, resultando ainda mais na falta de ares, que tanto precisas. E com pernas trêmulas, perdes o chão.

- Esta na hora de acordar.

_esquivar-me das verdades_

Dizer a mim mesma que nada sinto é esquivar-me das verdades. E nas indas e vindas, repentinamente, as mudanças. E as ações passageiras qual o tempo tarda a levar. Uma, duas, três, ou quantas mais serão necessárias. Talvez eu ainda não saiba brincar de amar. E nessas horas, perder o controle, torna apenas o jogo mais complicado.

- Num tempo de inconstâncias, o melhor a fazer é lançar os remos e seguir apenas para onde o vento fluir. É o jogo da vida, minha garota. É a vida.

_você de volta_

(tô confusa. e é isso ai. emo é a mãe... )



Agora penso no brilho dos teus olhos, naqueles poucos instantes. E eu, ainda na incerteza de que ali era meu lugar.

Aos poucos, ia me acostumando com tudo aquilo. Inclusive com você. Que sorria bobamente para mim, preocupado. Indagando se precisava de alguma coisa, se estava bem, e coisa e tal.

E em pouco tempo, percebi que uma imensa mudança estava ocorrendo. Dali em diante, eu já não ia querer largar mais.

E ainda penso nisso, em todo anoitecer. Quando peço para não sonhar. E ao acordar, aonde você possa estar. Apenas não querendo mais cruzar teus caminhos. Dito que de longe é complicado ficar.

E como aqueles dias, eu espero novos. E você de volta. Aqui.

_a espera do final feliz_

Mais uma vez ele volta. E assim como das outras, cheio das estórias para contar. Sorridente, confortável e animado.

Mas, diferente das outras, passa um filme. Um roteiro real do passado e a incerteza de um futuro, idêntico ou inovado.

Sentes medo de reviver tudo que agora estara abafado. O que por longas noites, pensantes, quisera deixar trancafiado.

Talvez não exista mais por quês. E tudo que viveu, não se resume em nada além de passado. Ou então, um passado mesclado, tragicômico, que necessita apenas de novos horizontes para ser escrito com cenas diferentes. Uma continuação. Uma novela, que encontra-se no meio da trama, a espera do final feliz.

- E nessas alturas, a única certeza, é a que me mantém viva. E que de sentimentos... Ah.. Esses, eu estou longe de entender.

_hora de trocar de estação_

Sempre quando tudo se ajeita, quando tudo esta perfeito demais, podes esperar que não duras por muito.

A minha felicidade durou um mês. Com relação a ti, claro.

Um mês de perfeitos e sonhadores dias. De noites com insônias intermináveis, para apenas olhar você dormir. E amanheceres, dos mais inpensados modos, despertado, estampando um sorriso de ponta a ponta.

E das mais lindas estórias contadas por estes tempos, dentre entrelinhas mal escritas, teu nome oculto é relembrado por meus pensamentos.

Foi um lindo verão, onde os pássaros cantaram do modo mais alegre e sonhador. E agora, de galho em galho, voam, migram. É hora de trocar de estação. E quem sabe eu te encontre no próximo verão??? Ou não.

Já não existe mais tempo, paciência, e até mesmo consciência.

_metafórico, fato_ (e brisado tb.. )

Após um post sobre o brechó, coloquei-me a pensar. Do que mais pode-se usar tal palavra.

Se um local de peças antigas ou usadas que retornam a circulação pode receber tal denominação, acredito que pode-se também aplicar às coisas da vida em que vão e voltam. Não necessáriamente para nós, mas no mesmo sentido.

Cultivo um brechó dentro de mim. Um acumulo de peças e sentidos já abalados que frequentemente retornam. Vão e voltam. São reutilizados. Recebem novos itens. Acendem e apagam.

É... metafórico, fato. Mas não deixa de ser real. Ao menos, não para mim, que com tantos deslizes e concertos, busco sentidos para as mais diversas perguntas.

_o que era aquilo, eu não sei_

Férias. Falta de horários e rotinas... E por quê não ir as compras no primeiro dia???

Encontras uma amiga maluca. Se diverte, e, com um humor engrandecido, nada parece abalar.

Chega no local. Esquisito às primeiras vistas. Ria, diz coisas zombando dali. É diferente... E ao mesmo tempo, a instiga a explorar.

Dentre um manequim e outro, filas de roupas. E cada vez mais parece tudo engraçado e pedindo para ser explorado. Experimenta... Procura.. Pensa... Prepara modelos pensados e decide por algumas peças.

É.. quem diria que um brechó pudesse reservar um fim de tarde de inúmeras risadas??? O que era aquilo, eu não sei. Tinha de tudo. Até mesmo óculos sem lentes, malas antigas e o que precisasse.

- Até mesmo os meus sentimentos se desprenderam e viajaram por lá, fazendo com que eu os esquecesse por alguns minutos. E os sentimentos... ah.. os sentimentos. Estes, mesmo que se percam por ai, sempre retornarão.

_ainda há tanto_

Friozinho gostoso. Pensamentos andantes. Falta do que fazer...

E nessas horas pergunto-me aonde quero chegar. E das mil e uma respostas, apenas sei que não quero parar.

Sim... ainda há tanto a aprender...

Ainda mais se o assunto for você.

_não havia nada de muito mais_

Ontem estava fazendo uns textos por aqui... E apesar de tudo, e por não gostar dos resultados, até gostei do assunto de uns...

Dizia sobre pessoas que nos aparecem, momentos alegres e por ai vai.. Embora ter ficado extenso demais, achei interessante... Então, qualquer hora, posto aqui..

E sim... graças a muitas pessoas que nos aparecem é que damos mais entusiasmo a nossas vidas... E eu, mesmo tímida, não me questiono por ter poucos, mas sim, agradeço por ter os melhores amigos. Dos mais novos aos mais velhos. Sem meio termo. Melhores apenas.

Ando com vontade tamanha de ler, escrever, sair e ver tudo quanto for forma de arte ou cultura. Quem sabe isso aqui deixe de ser apenas 'delongas' e passe a ter mais utilidade... ou continue na mesmisse que é. Até ao menos o meu amor novamente sumir.

Não costumo fazer balanços, mas não havia nada de muito mais para postar hoje. (Sem contar os outros textos, óbvios.)

_e seus borburinhos_

(mais um da sessão Bru boba.... =/ Ecat!!)


Repentinamente, vem o vazio. A vontade de retornar alguns dias. Dias dos quais você andava por perto.

Incrível como esse sentimento acabou por tomar dimensões inesperadas em tão pouco tempo. Tempo qual meu sorriso pode ser intenso. Tempo em que dormir tarde era tão fácil, quanto acordar cedo. Tempo esse, em que você me mostrou um outro lado, desconhecido e apaixonante.

E... da mesma forma que me joguei ao novo, sempre soube que a queda poderia ser brusca.

Desprovido de qualquer estereótipo, ainda consigo sentir teu cheiro, o modo com que me abraçava, e seus borburinhos. E até imaginar sua cara de mal, me encantando por todas as vezes, quando me deixava partir somente depois de ter a garantia do aviso quando em casa chegasse.

Suas mãos quentes aquecendo as minhas geladas em dias de frio. Resultado também da minha ansiedade por contigo estar. Assim como o frio na barriga contido após teus confortáveis abraços. E a tranquilidade após poucas palavras …

_desprender seus pensamentos_

Chegar em casa depois de uma tentativa de se distrair. Em vão.

Nem todas aquelas luzes ou pessoas conseguiram desprender seus pensamentos daquilo que te domina.

Era maior. E a mente parecia vagar ao longe. E nada, nenhuma bebida ou droga te tiraria de vez de tudo aquilo. Os pés cansados apenas alertavam quão grande ainda será o caminho que terás de percorrer.

Mas a certeza, depois de tantas dúvidas, é a qual não posso deixar escapar. E não vou.

_eu procuro por você_

Engraçado que por todo tempo, mesmo que inconscientemente, eu procuro por você.

E até mesmo nos locais mais inesperados, qualquer sinal, vulto, silhueta, me enche de esperanças.

E a minha espera incansável continua.

_tudo uma questão de tempo_

Sim.. novos dias. Feriado.. Final de semana.. E eu voltarei a escrever como antigamente.

É tudo uma questão de tempo...(literalmente)

Agora... Alguém me traz um merengue ou um talento branco com passas? (risos)

_um coração endurecido_

É.. Tão repentino... Depois de tempos e tempos adormecido e amedrontado ele volta. É o meu amor que estava contido por um bocado de tempos.

Mesmo na espreita, ronda o que supostamente pode ser bom. Corre atrás, decide dar uma chance a si mesmo. Principalmente a chance de voltar a sorrir. Alegremente. Abertamente.

Entretanto, escolhas infundadas. Sem muitas minúcias. Sem averiguar os perigos.

E então, resta um aperto contínuo e gritante, que puxa a saudade, proveniente dela. E dos meus amarelos sorrisos, voltam os lábios fechados, a inconstância do humor, e os projetos de armaduras.

- Aos poucos vou me desprendendo novamente. E na próxima saída, certamente terei proteções um tanto quanto mais fortes, e um coração endurecido.

_aquele perfume_

Mesmo atarefada e sem muito tempo para se concentrar, por instantes, pareço sentir teu cheiro. É como se qualquer brisa que passasse por mim, trouxesse consigo aquele perfume.

Um cheiro sem igual, ou comum a muitos por ai. Mas sem dúvidas, especial.

Paro, respiro, me limito em pensar sobre. Na verdade, até penso ser ilusão os sentidos. Ou então, que fora a única forma de visitar-me, se não em pensamentos. Como os meus, perdidos pelos teus.

Volto a colocar os pés sobre o chão... E sem mesmo entender, sigo. Pois já não sei ao certo o que se passa por aqui.

_calar-se por poupar palavras _

Não compreendo ao certo qual seria minha reação. São inúmeros pensamentos e oscilações.

Não saber o que falar por querer falar demais. Ou calar-se por poupar palavras que podem ser ditas através dos olhos, brilhantes, como são os meus quando olham para os seus.

Oportunidades desperdiçadas. Estilhaços, e agora tudo esta ao longe.

De tão estranho e incerto, passou pouco tempo, suficiente para mudar metade do meu mundo. Que agora implora pelo seu.




(o que a falta do que fazer não faz com quem passa um monótono domingo frente a um computador?)

_tardia a consciência_

Pois quando penso que tudo se encaminha na direção correta, me vem uma avalanche de pensamentos que desnorteiam todos os rumos já tomados.

E numa constante, esse vai e vem sempre chega nas horas incrédulas, onde não acreditas mais em nada. E quando dá conta, percebe que não há volta. Estavas totalmente presa ao novo.

Como lição aprende a nunca duvidar ou recusar sentimentos. Afinal, sempre podes ser tardia a consciência de que tudo pode valer a pena. Basta tentar

_os minutos correm_

Ouço músicas. Olho ao redor. E meus olhos, mesmo pesados, insistem em piscar.

Faltam palavras para digitar. E enquanto isso, os minutos correm. O que acaba por me deixar angustiada por não aproveitá-los de melhor maneira.

Preciso de mudanças. Começando pela rotina.

_mais utilidade, talvez_

Pois é. Digo que a falta de tempo anda me deixando esquecida até mesmo deste. De meus pensamentos. Das minhas ilusões e meus escritos.

Esse blog, onde transcrevo minhas criações e misturas entre real e imaginado, é por vezes, refúgio. E de tempos em tempos, me pego recordando das estórias contadas.

Na realidade faz-me necessário escrever por outras bandas. Novos tipos de texto, outras fundamentações. E talvez intenções. Vontade não me falta.

Contudo, ainda é bloqueada a criatividade para tal. Como uma redoma que não me deixa escapar novos rumos, ou outros tipos de palavras. Das quais não sejam vagas, falando por entrelinhas de sentimentos abafados, ou qualquer coisa que seja.

Sinto sede de novidades. De descobertas. De novos meios. De mais utilidade, talvez.

_o silenciar mágico_

Depois de dias agoniados, ele volta. Ele, com seu charme e sorriso. Com a aparência mais encantadora. Com o silenciar mágico que é interpretado e entendido apenas pelo coração.

A razão cede lugar. Preferes descansar ao se extressar. Sabes que nada devia estar acontecendo. Mas teimas... Insiste..

Se em dias passados eu estava boba, eu continuo, isso é fato. Mas não continuarei por tempo. Pode ser que não mereças. Pode ser que tudo mude. E não se passe de um simples mês, de trocas momentâneas de sentimentos. De carinhos e prazeres atirados sem rumo. De um bem estar somente proporcionado pelo teu abraço.

E então, sem saber o que fazer.Aguarda.. Espera...

Que este nevoeio passe logo. Pois quero sentir novamente, os ares do verão.

_não vejo mais nada_

São dias cansativos. Dias produtivos e improdutivos ao mesmo tempo.

Se dedicas a tal, peca noutro. E por vezes não consegue alinhar, entrar num consenso.

Essa semana de fato fora agitada. Um fluxo contínuo de trabalho jamais vivido. Um cansaço pela falta de noites mal dormidas. A aparição de quem já esquecera. A saudade sanada aos poucos ao ver aquela pessoa que por muito, fez a diferença em seus dias. Um carinho e um pé atras com o coração. Os erros insistentes de um lado. A falta de atitude doutro. Tantas coisas. E sempre o apoio de quem sempre esteve do seu lado.

São tantos ocorridos. E ainda por cima acaba deixando quem não merece, chateados... Não vejo mais nada. Meus pensamentos estão todos embaralhados. Até mesmo minhas mãos já perdem a coordenação. Eu preciso de férias. De longas noites. De novos dias.

_Preciso colocar o sono em dia_

Tem dias que as palavras vem fácil, mesmo sem desejá-las. Outros, numa imensa vontade, elas faltam.

E com o sono que estou, acho que nem essa imensa vontade de escrever e voltar a postar vai fazer as palavras surgirem.

Preciso colocar o sono em dia.

_brecar o que pode vir_

Tenho vontade de escrever tanto. E ao mesmo tempo me barro tentando brecar o que pode vir.

_bacana quando acreditamos em algo_

Engraçado que quando você esta com um humor e pique invejável, parece atrair ainda mais coisas boas.

Ironicamente ou não, sempre funciona assim. E eu adoro quando isso acontece. Ainda mais quando as pessoas discutem sem motivos. Como se soubessem seu estado.

É bacana quando acreditamos em algo que depois desaparece sem ao menos se explicar.

_custo a deixar o inverno voltar_

Incrível como conseguem despertar sentimentos. Entretanto, hoje, talvez com medo, escondo-me tentando me esquivar.

Existem sensações inexplicáveis, e nesse momento sei que ainda não posso escrever muito sobre você.

Talvez por não mais acreditar. Talvez por receio de tentar. Não reclamo. E também já não insisto. Se anteriormente disse que a primavera dava sinais, agora vejo que ela vem e volta. E por vezes traz consigo os raios de sol do verão. Lindos, coloridos e alegres. No final da tarde, sempre somem, dando lugar ao clarão da lua, que chega com a calmaria e seus ensinamentos.

Primavera ou verão, só custo a deixar o inverno voltar.

_ou as mais rápidas semanas_

Pois é. Parece que maio nunca lhe gerou tantas histórias em curto prazo de tempo.

Há uns dias você estava entusiasmada, toda encantada. Depois, não mais que ansiosa. E não é que agora parece ter voltado ao normal?

Do mesmo modo com que os dias parecem passar lentamente, agora vejo que as semanas voaram. Olha só o ano, esta praticamente em sua metade já..

E esses longos dias, ou as mais rápidas semanas sempre lhe renderão ótimos ensinamentos. Vamos ver no que vai dar.

_sempre nos deparamos com as tais ilusões_

Ilusão. O que é criar ilusões? É talvez decepcionar-se com elas depois.

Sabes quando despertam em ti uma vontade que por tempos não sentia? Quando você sabe que algo, mesmo que mínimo, esta mudado em você? Quando por incrível que pareça, fazem você acreditar em alguma coisa que não queria mudar?

Pois é.. E então, junto com tudo isso, faz você criar sonhos ilusórios. Pensamentos que jamais se tornam reais, e ficam trancafiados pelas gavetas da mente.

E o mais interessante de tudo isso, é que podes passar toda uma vida.. Sempre, nos depararemos com as tais, ilusões.

_sair por ai fazendo o que der na telha_

Sinto sede. Sede de mudanças. De pensamentos e atitudes. Mudanças de rotina, de horários, de dia-a-dia, de forma com que encaro minhas horas mal planejadas.

Preciso de mais tempo para mim, para tarefas que me identifico. Preciso voltar fotografar, filmar e curtir. Preciso de bebidas geladas, pessoas estranhas, novas e velhas pessoas.

Liberdade, inovação, criatividade. Andar por lugares desconhecidos, experimentando novas experiências. Realizando descobertas, enfim.

Formar mais opiniões, moldar novas linhas de pensamentos. Parar abaixo de uma árvore, ler um livro, ou simplesmente me pôr a escrever. Seja do que for, sobre o que for.

- Sinto vontade de férias. E de muito tempo livre para sair por ai fazendo o que der na telha.

_um misto de alegria e pavor_

Tanto tempo parado. Deixando de bater acelerado. E de repente, explode.

Explosão, calor, palpitação. Trêmulo. Assim como o frio na espinha qual também origina.

Sensações anormais. Oscilantes entre o medo e o entusiasmo. Um misto de alegria e pavor.

Abismo. Amor e ódio, contentamento descontente. Vontade, desejo, amargura, espera, tempo e saudade.

Tantos sentimentos. Tantas misturas, sensações indecifráveis capazes de te destruir e te elevar de tal forma que não há explicações.

Apenas pode-se resumir em paixão.

- Sim rapazes, é onde me encontro. Apaixonada, nas nuvens e ao mesmo tempo, sem chão.

_baralho fora de ordem_

As cartas trocadas. O baralho fora de ordem. Não existem curingas nem atalhos. Apenas figuras repetidas, e jogadas à fazer.

Pensa. Traça os melhores atos. Qualquer ação antecipada resultará na finalização do jogo.

Escolhe uma carta. E ainda com receio, verifica sua aparência, seu conteúdo, suas aptidões. Estás certa de que pode ser a cartada final.

Mas pensa em todas as outras escolhidas ao longo da partida. Os lances mal feitos. As marcas. Os sucessos e perdas. E tem medo de arriscar.

- É... esse tal medo que me corrói aos poucos.

_janelas abertas_

É. Tem dias que somos todos ouvidos. E dias que ouvimos.

Hoje é um dia desses... Janelas abertas e histórias sendo escritas aos poucos. As soluções, talvez não sou eu ou você quem dita, mas apenas o tempo para resolver.

Ações, atitudes, complicações, rumos a seguir, estradas a escolher. Existem tantos mistérios nessa tal vida que temos, que acredito eu, na minha humilde inteligência, que até nossos últimos dias nos restarão dúvidas.

E aquela contradição "e se" tudo tivesse sido diferente sempre irá nos encucar. Mas não podemos nos barrar. O tempo é o senhor da razão. E por mais errada que seja nossas escolhas, sempre existem ensinamentos por traz delas.

- Eu, leiga que sou, acredito nisso. Talvez seja o melhor conforto e aprendizado.

_novos momentos virão_

Existem momentos na vida que merecem uma fotografia, para jamais serem apagados das lembranças.

Hoje, me recordo de alguns, que gravo apenas em minhas memórias. E penso o quão eram bons.

Ai se pudessemos voltar no tempo. Fazer tudo outra vez. Mesmo que nada fosse mudado.
Eu tentaria aproveitar novamente ao máximo.

E em breve, pensar que novos momentos virão.

_correr até alguém_

Sabe quando você não faz ideia do que fazer ou deixar de fazer?

Quando parece que tudo muda... Ou então, é tudo ilusão meramente criada pela sua cabeça?

Então, ta assim.

E a unica coisa que eu sinto, é uma vontade imensa de correr até alguém e não soltar nunca mais.

_só mais uma vez_

Eis que vem desculpas tentando justificar todos os atos.

Desculpas estas quais te acalmam e machucam. Por tanto tempo esperou por mudanças, e agora, elas vem e vão do modo mais incerto e dilacerador possível.

Diz compreender, mas a fundo, ainda conflita-se. Acredita que podia ser diferente.

E tenta não mais pensar em tudo isso que faz mal. Que a faz perder o humor. Que a tira do normal.

- Preciso de você. Só mais uma vez, eu queria você aqui.

_inventei mentiras_

De certo modo eu inventei mentiras para que pudesse acreditar em estórias e sonhos criados.

Eu areditei em palavras que por segundos pareciam ser reais. Em ações, em atos, tudo mais.

Me perdi, vagando nas ilusões de dias surpresos. Acreditei que nada era impossível.

Aprendi que por traz de máscaras, existem tentações. Me entreguei, sem medo d'outro amanhecer.

Compreendi minhas verdades, construí esperanças, anseios, sanei as dúvidas.

Vivi dias poucos, interligados, amarrados. Divertidos.

E por fim, perdi meu coração em teus nós. Dos quais já não sei onde encontrar.

_angústia que me consome_

É uma sensação de amargura. De indecisão, de medo. De receio de escutar o que não quer jamais ouvir.

Uma angústia que me consome, dilacera meus orgãos e meus pensamentos. Corta cada mísera esperança que tento cultivar.

Eu não quero amar. Eu não quero mais sentir nada tão forte a cada novo tropeço. Preciso de barreiras mais fortes e armaduras ainda mais concretas.

Não há forças pra insistir no que não se sabe qual a verdade existente.

_paranóias_

Ando a pensar tantas coisas, que parece exagero dizer. E acredito que seja até mesmo tolo me preocupar com coisas que talvez não necessitem de tal.

Acredito que seja o medo. Não sei. Sei que essas paranóias estão me deixando cada vez mais encucadas.

- E no fundo no fundo, eu sei que isso passa. ;)

_coração gelado_

E não é que o aquecimento global engana as pessoas? (rs) Em poucos dias, o que pensava ser uma primavera desprogramada e duradoura, novamente se torna um inacabábel inverno.

- Dias frios. Coração gelado. Parado.

O sofá ao lado esta desocupado. As noites só são confortadas em teu próprio calor. Não há nada a se fazer a não ser aguardar os novos raios de sol adentrarem pelas janelas.

- Enquanto tento esquecer da dor. Da dor do amor.

(ô breguiiiiisse.. shushaus)

_todo sonho é apenas sonho_

No pregar dos olhos e no cair do sono, me vi com um lindo sorriso, de alegrias e reciprocidades. Fui acompanhada, até mesmo por um encantador semblante, que chegou a me fazer acreditar que o sol brilharia na manhã seguinte. Era anunciada a chegada de uma nova estação.

Entretanto, como todo sonho é apenas sonho, acordei. Sem rumo, desnorteada a te procurar por todo lugar.

- Onde é que foi parar? Aonde foi parar?

Podia ter demorado um pouco mais a acordar. E agora, quer se embalar novamente em sonos profundos. Mas somente o tempo poderá comandar as próximas noites mal dormidas, confortadas pelas lembranças de teus "bons" atos.

_culpa desses tais sentimentos_

Por vezes, sempre esperamos mais daqueles que não esperam o mesmo da gente. Enquanto um se entrega, o outro se esquiva. Ou vice-versa.

Engraçado pensar que em nossas vidas vivemos nos deparando com esse tipo de situação. Damos muito valor a quem não nos dá, e pouco a quem realmente merece.

- É algo que jamais entendi e vou entender. Tudo culpa desses tais sentimentos que vivem a nos testar.

_Por que mudar tanto?_

E o que eu não me canso de perguntar... Será que eu sou tão impecílho assim?

Que quanto mais quero perto, mais afasto as pessoas?

Por que mudar tanto?

_hora de parar de sonhar_

Esta na hora de acordar. Não podes mais continuar a dormir.

Agora percebes o que esta a sua frente, e não tens mais a antiga sensação de leveza de dias atrás.

- Vamos, esta na hora de parar de sonhar.

_sem muitas delongas_

Sabe quando tudo parece se endireitar, tomar uma direção certa, e as coisas fluem como devem ser?

Pois é.. Sempre tenho medo de quando as coisas são boas demais. Quando estou muito feliz, certeza que em breve passarei uns dias de tédio. E eles estão próximos.

Sabe quando parece ser enganada, uma vez que não suporta qualquer fingimento ou falsidade?

Sabe quando você é totalmente sincera e parecem zombar de ti sem ao menos tentar esconder?

E mais uma vez, a única certeza é de que sempre existe um dia após o outro. E sim, estou puta.


(Post sem muitas delongas mesmo.. e ai?)

_é complicado encontrar as peças certas_

Bom que nesse jogo do Amor o meu coração só encontra a fase "bônus"... Felicidades estantâneas e jamais percorre o rumo de um certeiro fim.

E ao mesmo tempo que caiu, levanto, trazendo novas armaduras.

Por que nesse tabuleiro da vida é complicado encontrar as peças certas?

_a curiosidade mata_

Dizem que a curiosidade mata, não é mesmo?

Pois é.. e que atire a primeira pedra, quem nunca xeretou para saber de qualquer coisa que seja.

A curiosidade mata e me matou a poucos. E não sei o que pensar, o que me despedaça... E acaba com as esperanças que vira e mexe são perdidas e ajuntadas por ai.

Eu não quero incertezas. Mas bem que quero ser feliz.

_qualquer tolice que me faça abrir um tremendo sorriso_

Me joguei em um caminho novo, deixando para traz qualquer resquício que me fizesse desistir da busca por novas ações.

Me desprendi de muito que me magoava, trancafiei pensamentos, apaguei lembranças. Fui atrás de alguém que me mostrava um novo rumo, um possível melhor para mim.

A única dúvida é a incerteza, o medo, o tempo da espera, qualquer motivo que faça pensar que não passará de poucos dias.

E isso certamente me consome. Não pode passar de apenas um rolo. Eu desejo muito além disso. É minha nova felicidade que esta em jogo... Os meus dias incertos, a falta total de rotina, as diversidades, a inexistência do convencional, tudo e qualquer atitude inesperada.

Nada comparado a contos de fadas. Não, isso seria monótono e previsível demais. Mas o que eu espero é o inesperado, as surpresas sem por quê, telefonemas fora de hora, as atitudes impensadas, e as aparições desprogramadas. E qualquer tolice que me faça abrir um tremendo sorriso, que estremeça minha estabilidade, e amoleça ainda ma…

_é o que eu temo_

Preciso confessar o quão estou boba e sorrindo sem mesmo um por quê.

O final de semana me renderá inúmeras histórias, mesmo perdendo o controle de algmas situações.

Talvez eu esteja a mudar o rumo do blog, e então, misture estórias e histórias. Meu dia-a-dia real com o imaginário. Assim como eu já venho fazendo de um tempo pra cá.

Ando confusa, boba, apaixonada e sorrindo a toa, mesmo com algumas preocupações. Certos fatos acabaram fugindo do controle e precisaram ser sanados. Outros me preocupam de forma que me fazem não querer pensar no que pode ocorrer. A verdade é que jamais fazemos idéia do que passa pela mente das pessoas que convivemos e quão elas podem nos surpreender postiva ou negativamente.

- E é o que eu temo. Fato.

_sensação indecifrável_

Sabe aquela sensação de esperar ansiosamente, qualquer sinal que te faça abrir um magnífico sorriso?

Aquele sono mal dormido por você estar com os pensamentos longes? Ou então, aquela madrugada vazia que se transforma em calmaria quando existe alguém por perto?

Tem tantos exemplos. Que até mesmo aquele final de noite ao teu lado, que valeu por dias de noites exaustivas?

É uma sensação indecifrável. E faltam palavras para descrever tal.

Mas, se destas noites perguntarem se eu quero acordar, sem mesmo pensar, retrucarei que de forma alguma. Este é um sonho que não me faz querer abrir os olhos.

_te ver já basta_

E os dias ficam cada vez mais encantadores. E apenas te ver já basta.



Ando tão sem inspiração para escrever... ¬¬ shauhsuahsuhas
Que sempre sai as mesmas breguices...

_preciso para me aquecer_

É madrugada fria. E apenas teus braços preciso para me aquecer.

E nada mais.



(Ando brega demais. Cruzes...)

_trocam olhares_

Trocam olhares. E por segundos tudo para. Ambos emudecem.

Fraquejo, estremeço, me contenho.

E o pouco tempo que tenho com você parece voar vagarosamente... Sendo gravado em mínimos detalhes na memória, para recordar-me em tua ausência.

Que dure o tempo necessário para se tornar para sempre.

_ele chegou mais uma vez_

Ele esta a enlouquecer seus pensamentos. Está presente em sua maioria. E em instantes de piração, lhe falta ar para respirar.

Como um furacão, apenas pensa nos momentos passados e na sensação de querer mais e mais.

Ele esta a te esperar. Enquanto você, feito boba, sorri... Observa, viaja e sonha.

O frio bate lá fora. Mas aqui dentro, anda tudo aquecido. Ele chegou mais uma vez.

- E por demorar a encontrar, não quero perder de vista jamais.

_recompõe seus ânimos_

Sonolência. Ausência de pique.

Por momentos, você encontra-se em fúria. Mas algumas horas depois, percebes que nada passava de momentos.

Bebe-se alguns goles, distrae-se, diverte-se. E recompõe seus ânimos.

Vamos garota, a vida não pára.

_nem tudo é como imaginamos_

Você sonha com contos de fadas... Acontecimentos marcantes. Surpresas inesperadas.

E, até mesmo conscientemente, sabe que nem tudo é como imaginamos.
Ver tal pessoa inesperadamente, já é o bastante para quem o aguarda. E estar junto mais uma vez, é melhor sensação para uma quarta-feira pós aulas.

E a única coisa que podes desejar, é cada vez mais dias assim...

_um tanto mais confortável agora_

E o que nessas horas eu menos queria, era sentir esses borbulhos de 'emo'ções, que me prendem e me instigam. Me enfurecem, me acalmam.

- Se ao menos seu sorriso pudesse ver de longe... Já estaria um tanto mais confortávelagora.

_ainda tentei policiar_

Pois é.. Ainda tentei policiar... Mas jogou tudo pro alto. Não deu ouvidos.

E agora, estas ai... Domada por uma sensação inexplicável que vai do medo a felicidade, de uma vontade imensa de gritar, ou passar o dia todo calada embaixo de uma árvore.

- Algo aqui dentro tudo esta a explodir. E eu não posso deixar. Não quero me perder outra vez.

_posso me precipitar_

O medo esta sempre barrando a minha felicidade. O medo de deixar rolar, de curtir, de viver.

Aquele aperto repentino, que o faz brecar sonhos. Aquele sentimento que mata qualquer ilusão que possa criar.

Pensar isso ou imaginar aquilo, é sempre em vão. Não vivemos numa estória de ficção, como os contos de fadas, que sempre acabam felizes, com o príncipe realizando todos os desejos da princesa.. Não, não. A vida é uma outra realidade bem diferente disso tudo.

Posso me precipitar, sem dúvidas, mas o mínimo de afeto demonstrado já pode representar muito.

E a solução, é procurar válvulas de escape, tentando esquecer os sonhos, e colocando os pés no chão. O que tiver pra ser, será.

_tentando aprender o que é sentir_

É como estar numa praça pensando sobre a vida. Então, observa a quantidade de pessoas que ali passam. Todos os modos. Solitárias, acompanhadas, felizes ou entristecidas.

E nesse vai e vem, o que me vem a cabeça são as estórias mal-criadas e suspirantes.

Eu não sei onde esse jogo vai acabar, mas que esta fase, não seja apenas mais uma passageira, onde o jogador acaba dilacerado por seus próprios sentimentos; tentando aprender o que é sentir.

_um lado o medo, do outro, a coragem_

São dois distintos sentimentos. De um lado o medo, do outro, a coragem.

Há uma semana decidi me lançar em novidades, na busca por um novo rumo, um novo jeito de olhar a vida, talvez. O que de fato me trouxe uma nova forma de sorrir. Não apenas por sorrir, mas por estar novamente com o coração cheio de ânimos.. Coragem para me atirar em um dos lados do abismo e seguir.

Entretanto, como para tudo se existe certa resistência, surge então o medo. Assombrando-me as idéias de que podes não ser da maneira que imagino... E que em breve, meu entusiasmo se romperá.

Não posso alimentar novos sonhos sem antes me precaver. Isto é fato. Embora minha mente encontra-se esquecida disso.

_faz suas apostas_

Um dia qualquer você observa que algo mudou. E mesmo sem saber, envergonhado, faz suas apostas.

Uma carta na mesa, e lá esta a sua felicidade. Um caminho trilhado, uma rotina interrompida, uma pausa em tudo que deixava de ter sentido.

Ele chegou. Trazendo novos sorrisos. Renovando os pensamentos nas buscas de novas estórias. Dilacerando qualquer fragmento que o impeça de ficar.

- Por favor, coloque mais horas nesses dias... Ou faça que os mesmos passem num piscar de olhos.

Que venha os próximos dias. E a amarga espera que não quero pensar.

- Repito que vou roubar-lhe para mim.

E a derrota simplesmente não me satisfaz. Não, não...

_a primavera voltou_

Já é de manhã. E você acabara de sair.

Ter essa mesma sensação por dias seguidos me faz ver o quanto foi bom esperar por você chegar. E tão de repente, já não consigo largar.

Os mínimos minutos são como horas, aceleradamente passam, e marcam. E eu tendo não dormir, pois não quero acordar.

- A primavera voltou. Os raios do sol já colaboram com os campos floridos, e os pássaros começam a cantarolar.

_alguém esta esperando por você_

E não é que o tal do amor anda me visitando?

De fato, certamente demora para cravar seus laços, mas vai chegando e marcando seu caminho aos poucos.

Obviamente que não digo que ele já se entubou, mas que dá sinais, sem dúvidas. É como ficar tentada, esperar por qualquer coisa, imaginar, e permitir-se viajar. E se correspondido, não deixas barato.

- Por que não assistir um filme nesse friozinho?

E não precisa de mais ações ou fingimentos. Não seria de ambos agrados você esquivar-se. Alguém esta esperando por você.

E poder cuidar, mimar, zoar, rir, amanhecer e se perder ainda é pouco.

- Estou voltando a respirar com intensidade. É nova vida ao meu coração. Sem medos, sem desculpas. E certamente vou te roubar para mim.

_sobre meu dia_

Enquanto muitos acordam, eu adormeço. E pensar que hoje ainda é sábado me faz desejar muitos feriados e finais de semana como esse.
Levanta da cama apenas quando os olhos já se cansam de fechar. Liga o computador a espera de alguém te chamando para sair. Troca mensagens. E não pensa muito sobre o que fazer. Aceita ir aonde a vida te levar. E parte, com pessoas que não estas acostumada a sair.

Encontra rostos que há tempos não via. Conversa pouco. Ria-se bastante. Quase não bebe. E a tal verdinha não pode faltar.

Sente falta. Pensa em outras pessoas. Incomoda um certo alguém.

- Ah, esta na hora de irmos embora...

E então, por que não um filminho depois? Nesse friozinho...
- Aiaiai.

Quase nunca posto sobre meu dia como esse post.. Ou acho que realmente nunca postei tão assim, sem muitas papas, fantasias, o que for. Enfim. Bateu-me a vontade de escrever.
Esta na hora de dormir.

_havia outro alguém_

O dia amanheceu e junto a ela, havia outro alguém. Numa sensação de proteção e bem-estar que há tempos não sentia.

- Confesso que ando me surpreendendo, e não quero mais privar-me de acontecimentos devido ao medo ou qualquer outro sentimento que barre minhas ações e consequentemente, limite a minha felicidade.

Se a vida novamente propõe escolhas, ela escolhe seguir os ventos da estrada da felicidade. Da dela, e da dele também.

- Chega de se trancafiar esperando que aquelas estórias que você criou renasçam. O presente agora se faz mais importante. Mesmo que o futuro não seja condizente com os dias atuais.

- Eu preciso voltar a sorrir e suspirar. E parece que alguém começa a me proporcionar tais.

_mesa de bilhar_

Sabe quando você está encucada com algumas coisas e tentando se privar de outras?

Assombram ainda lembranças que quer esquecer. E então, decide buscar uma nova felicidade?

É como uma mesa de bilhar: Várias jogadas e consequentemente, inúmeras possibilidades. Podes acertar, recuar, encaçapar. E depende apenas de uma tacada. Um primeiro passo.

Talvez eu tenha acertado na escolha da direção. E pelo mínimo de tempo que possa durar esse jogo, me enquadrarei ao ritmo mais desritmado para aproveitar as jogadas da melhor forma possível.

É a sua vez de jogar.

_jogue os remos_

Algumas coisas começam a me animar. E eu começo então a me desprender de antigos palpites.

Mesmo que receosos começam a surgir novas maneiras de pensar. O que desperta e aguça vontades.

E já que o mar parece estar a seu favor, porque não remas até onde quer ir? Ou então, jogue os remos e deixe o barco a deriva. O vento mostrará as possibilidades e oportunidades.

Só não fiques parado.

_desprendidas de um estereótipo_

O lado foi escolhido. A partida foi dada. O sorriso lançado.

Esta na hora de apostar em novidades e em atitudes que podem me surpreender. E realmente eu estava precisando de coisas assim.

Coisas diferentes, a serem descobertas. Desprendidas de um estereótipo. Desprovidas de qualquer imagem criada a partir de um comum.

É.. o estranho e diferente me instiga a explorar. E eu vou. =D

_a justiça da consciência se faz calada. _

Engraçado como a justiça da consciência se faz calada.

Parece que após uma noite mal dormida, os pensamentos se elevaram a um padrão em que puderam ter a consciência dos atos.

E o tal arrependimento bateu a porta. Sei que mesmo que lentamente, aos poucos, será lapidado uma nova forma de agir quando diz respeito a seus próprios problemas.

_antigo lema_

Ainda na frente da tela, eu tento não adormecer. Engraçado que nessas altas horas da manhã, ainda precise ouvir poucas e boas... O que não me deixa dormir bem.

Sou do antigo lema... Não deixe que seus problemas atrapalhe as coisas que nada se tem a vê.

_fujindo do marasmo_

Sabe aquela antiga bicicleta? De tombos e capotes quando aprendia a dar as primeiras pedaladas?

Recordo-me que com o tempo passei a alcançar tal velocidade que meus braços se desprendiam do guidão, e permitiam me voar.

Preciso novamente de sensações como esta. Fujindo do marasmo e de tudo que é comum.

_apenas lamento_

Os meus olhos estão pregando, como dizem num vocabulário chulo.

Encontro-me literalmente metade cogelada. E talvez metafóricamente também. Existem uma série de coisas que desagradam. Ainda mais quando as atitudes partem de alguém próximo. Ou talvez, ultimamente, nem tão próximo assim.

Pensar que nem mesmo as experiências passadas são capazes de fazê-la pensar diferente, insiste em hipóteses que já não deveriam mais existir. Persiste no erro. E não contente, parece errar outra vez.

E ai que me pergunto, vale tanto esforço? Vale a pena desvencilhar-se de seus melhores? Vale somente olhar para um lado da moeda?

Não. Eu não me conformo como em tempos pós-crise, pessoas ainda agem desta forma. E são incapazes de olharem para si mesmo e enxergar seus erros, suas faltas, a perca de seus valores.

E então, eu apenas lamento. E aprendo com tudo isso.

_quem vê cara não vê coração_

Sabe aquele antigo julgamento que tem como frase básica: "quem vê cara não vê coração"?

Pois é. Hoje estava sem muito o que fazer, e comecei a conversar sobre algumas coisas com o pessoal do trabalho. Logo, me peguei vendo vídeos no youtube. Sim... Em pleno expediente...

E olha como o mundo é injusto... Aos ver os tais vídeos, percebi que realmente julgamos errado as pessoas. E que temos a tendência para o fazer com mais frequencia, a partir do mundo monopolizado em que nos encontramos...

É questão de estereótipos... A sociedade cada vez mais impõe modelos a ser seguidos, e aos tolos, resta atender estes quesitos.

Quando paramos para olhar o interior das pessoas? Os sentimentos envolvidos, e tudo que existe além de uma aparência, ou modelo pré-julgado?

Claro, nem mesmo eu que escrevo agora sou correta. Sempre acabo cometendo tropeços quanto a isso. Mas a cada dia vejo quão errada sou. E tenho consciência disso.

Mas e a sociedade? Precisará de quantos exemplos, quantas ações, para …

_sem posts_

.Ando sem inspiração...

...e o blog anda sem posts.

_comer, comer_

Domingo. Nada a se fazer a não ser ver o bom e velho futebol na telinha, sentar a frente de um computador e falar com poucas pessoas. Típico, não?

A rotina de domingos como este é maçante. Mas, já que dizem que é um dia para descansar, não vamos reclamar, não é mesmo?

Embora qualquer coisa que faça, já seja um belo agrado ao ego por não contentar-se com a rotina de sempre.

Uma ida ao shopping, uma companhia divertida, e umas coisas a resolver. Tudo não esta a nosso favor, e por isso, em vão. A solução???

- Comer, comer... comer, comer... é o melhor para poder crescer!

E lá vamos nós na indecisão sobre o jantar, antes de voltar para casa com a fominha sanada.

_feliz com as palavras do pobre garçom_

Restaurante cheio. Mesas lotadas. Pessoas e mais pessoas ao seu redor. E você, ali, naquele canto quase que escondida. Um cardápio, uma fome, e a espera. Sim, pois demoram a atender-te.

Enquanto isso, troca uma mensagem ou outra e observa a imagem muda de um show do Queen que passara na televisão. E pensa também, claro!

Até pensa se deveria estar ali, sozinha, enquanto todos estão acompanhados. Mas, não se importa. Queria estar ali, e pronto. A companhia seria boa... Entretanto, enquanto nada se tem, essa é a solução. Apenas conta com uma mente voando a sonhar.

Mata sua fome, se refresca com o suco de morango e se delicia com a torta holandesa.... Aiai - com água na boca.

Contudo, quem sai para jantar sozinha, quase meia noite... Normal não é. Parece faltar algo, e sim... Não é um acompanhante ou uma cadeira ocupada bem a sua frente. Não, não. Tolisse.

Onde está o documento com o dinheiro??? Logo a conta chega.. E como faz? Exatamente. Se envergonha e diz que esqueceu no carro. Questiona…

_final de semana_

Essa curta semana de rotinas me faz escrever de forma que eu não goste.

Mas o final de semana se aproxima rapidamente, com propósito de mudar meu humor.

- Próxima semana acordo com pé direito. =D

_esfacelar pensamentos_

Três pessoas ao redor. Uma mesa até organizada. Um celular que não toca. Um copo com água e um grampeador sem uso. Algumas folhas e lições. E um teclado cansado de escrever palavras que minhas mãos custam a digitar.

Incrível pensar que são 9h15AM e eu não tenha feito absolutamente nada. Escutei algumas músicas, isto é certo. Um clip, apaguei uns e-mails, troquei de lugar.

E pergunto: - Isso é trabalhar? Preciso ocupar minha cabeça com tarefas que possam explorar da minha capacidade.

E principalemte esfacelar pensamentos. Mutações, ilusões e tudo mais.

- O que uma noite mal dormida não faz com as pessoas?

_pepperoni e mussarela_

Só para variar, um pouco antes de dormir nesta madrugada, estive pensando.

Acabei ficando magoada com algumas situações, e o aperto foi inevitável. Viajei por dias passados, naqueles em que alguém por mais ogro que fosse, me trazia um conforto inexplicável.

Uma brincadeira, umas birras, mas tudo literalmente acabava em pizza. - Pepperoni e Mussarela. - Me recordo até hoje, das discussões sobre quem iria buscar, onde pedir, ou se íamos tirar o carro da garagem apenas para não tomar chuva e molhar o "rango".

Os mesmos filmes eram vistos inúmeras vezes. As noites em claro assistindo desenho. Um leite quente preparado com carinho. Eu esparramada no sofá tentando entender porque estava ficando cada vez mais boba. Tudo valeria a pena? E então, seria isso o que chamam de amor?

Foram meses de indas e vindas. Naquele bairro, prédio ou loja.. E por mais estranho que fosse, sempre acabavamos nos entendendo. E ele sempre me convencia que na hora certa voltaria.

Numa última visita, um ar de d…

_pesa_

E nessas horas sempre me vem aqueles questionamentos de sempre... O que eu faço ou deveria deixar de fazer?

E a consciência pesa.

_tudo volta a estaca zero_

Demoro a dormir. E reluto em acordar. Na verdade continuo numa busca incessante de compreender meus sentimentos. É como se minha vista embaçasse a cada vez que eu tentasse enxergar além dos olhos.

Algumas peças chaves. Algumas ações infundadas. Sentidos até distintos. E por serem tão distintos, contrários e antigos tornam um tanto complicado advir outros.

Tento, mas não me encaixo. As novidades são como tampões, ou óculos de sol. Usa-se em alguns momentos, distrae-se, mas logo, retira-se.

As imperfeições, até mesmo corriqueiras, não me despertam da forma que deveriam. E qualquer alteração é passageira. Como diversão.

Pois tudo volta a estaca zero. Ao ponto de partida. Ao dia anterior. E quando isso termina? Talvez seja uma constante, que mesmo com a troca de peças, jamais irá acabar.

_a importancia do riso_

Qual a vantagem de viver infeliz?

Em dias que nem mesmo eu, permito-me sorrir, vejo quão fundamental se faz a importancia do riso. Tudo parece ser tão mais parado. Sem vida.

E dou razão a dias como esses. Pois sabes que no sucessor não podes deixar a inacção tomar conta de ti novamente. Precisas ir a luta. Mostrando a ti mesmo que não só de caos e imperfeições se faz a vida. E por não sofrer de aglossia, já dizia o ditado, quem tem boca vai a Roma, e podes mudar um mundo. Da mesma forma que penso, logo existo, e que não sabemos ao certo nossos próximos momentos, porque brecar a vida quando se podes viver?

Basta querer.

Bota esses dentes ao vento, tudo tem seu lado positivo. Tente enxergá-lo.

(O brisa... tá na hora de dormir.)

_palavras lançadas_

Um medíocre blog. Umas palavras lançadas. Pensamentos ainda escondidos.

Estou a adorar essa idéia de blog. Embora ainda tenha muito a aprender. De uns tempos pra cá me divirto com isso.

Talvez seja uma maneira de crescer, na releitura dos próprios textos, corrigindo imperfeições, aprimorando escritas, discorrendo e divagando pensamentos.

Até onde vai eu não sei. Mas enquanto puder mexer dos dedos em cima do teclado, visitarei sempre estes espaços reservados a mim e a minha infinita paciência e persuasão.

_não importa-me a ocasião_

Abro a janela e o que observo são pessoas que vão e vem. Sozinhas, acompanhadas, calmas ou apressadas. Cada um com uma fisionomia, expressão, valor.

E assim como passam pessoas pelas ruas, passam em nossas vidas. Diferentes, estranhas, não importa. Tem tanta gente que passa despercebida por mais extravagante que seja. Ou então, de tão calada, passa e deixa marcas. Ficam para sempre. Na memória, nas lembranças, nos dias. Não importa.

Sabemos que certamente poderíamos conhecer inúmeras pessoas diariamente. Culturas diferentes, objetivos diversos. Algo a nos acrescentar.

E nós? No caso, eu. As vezes tento parar e pensar qual o tamanho da minha importância as pessoas. Sim, aquelas em que eu realmente me importo. Atribuo maior valor. O meu jeito, as minhas conversas, os meus defeitos. Podem ser tantos, se listados... E mesmo assim, um bocadinho de pessoas estão sempre por perto. Através de meios de comunicação tecnológicos, telefonemas, falas, o que for. Pessoalmente ou em pensamento.

E a…

_aquela antiga caixinha de músicas_

Sem inspiração hoje. E sempre... Ou não.

Ou talvez tudo esteja guardado. Acumulando-se para um exato momento que tarda a chegar. Não existem manifestações por nenhuma das partes. E tudo se parece com aquela antiga caixinha de músicas, um tanto antiga, que escondes no guarda-roupas para que ninguém a veja.

Se você a permite, ela canta, dança, parece ter vida. Se não, fica por tempos esperando alguém a libertar para que mostre suas aptidões. Alguém que a retire daquele cantinho e a transforme em canção.

E como a bailarina que dança através da música tocada, espero alguém para que concentre meus pensamentos podendo expressá-los, sem medo algum.

E ao som das mais diversas melodias, cantar, mesmo que desafinado, em sua direção. Recíproco ou não, sair do guarda-roupas e ficar no alto da estante, para que todos possam admirar o sorriso estampado em minha face.

_por que tentar sonhar tanto?_

Definitivamente minha cabeça parece hoje explodir. Engraçado que não tem nem como dizer que a culpa é da ressaca.

Realmente os meus pensamentos estão tão acelerados, que agora querem sair. Embora não podem, e por isso fazem pressão.

Rou unhas. Me protejo do frio. Fujo dos remédios. Acumulo apenas papéis mal escritos. Uma música bonita ao fundo, e a minha ilusória vida a passar.

Por que tentar sonhar tanto?

_a primavera parecia chegar_

A primavera dava sinais de que iria chegar. Assim como as flores pareciam brotar. Os campos, ainda que verdes, faziam crescer aos poucos as gramas. E o cantar dos pássaros já poderia ser ouvido. A primavera parecia chegar...

Mas em pouco tempo, o outono veio, as poucas folhas caíram e as arvores começaram a secar. Até as mínimas borboletas se ausentaram.

O tempo passa, como sempre, e o sol volta a raiar. Assim como o verão, anunciado aos poucos, com céus fortemente coloridos. E assim como as pessoas se animam, o meu sentimento novamente se enche de vontades. Vontades de se perder novamente em estórias, empolgantes e inusitadas.

Não posso driblar nenhum obstáculo. As vitórias são sempre mais gratificantes. E a vida está ai, para ser vivida.

_poupar-me de olhar para dentro_

Dia pacato. Improdutivo. Cabeça pulsante desde o acordar. Entediada, mal olhei para fora. E tentei também poupar-me de olhar para dentro.

Talvez esteja mal acostumada de ficar uns dias em casa. Ou talvez tenha acordado mal mesmo. E nas mínimas coisas, eu permaneço a perguntar-me: mas para que tantas dúvidas?

Se já existem certezas a altura?

_amanhã é um novo dia_

Chovendo, a garoa embassa os vidros do carro. Que contrastam com as brilhantes luzes iluminando meus caminhos. Uma tentativa de se perder, umas ideias de destino, vontades infundadas...

E o resultado? Chegar em casa com a mínima inspiração possível e mesmo assim ligar o pc para escrever e escutar a tal música que permanece em sua mente.

Enquanto pensas, a hora passa. Uns cotucões, medos repentinos, e nenhuma conclusão.

- É, realmente o melhor a fazer é se embrulhar nos lençóis e tentar sonhar dos mais lindos sonhos. Afinal, tudo passa, e amanhã é um novo dia..

_e enquanto viver_

5h43. Feriado do tio Tiradentes. Volta de um rolê perdido e engraçado.

Curioso e assustador são minhas alterações. Coração acelerado, mãos tremulas e algumas pontadas. Uma balada cheia, um carro que quebra, uma preocupação de leve.

E o que me entristece é pensar que eu mesma possa ser a causadora das minhas panes. E não poder contê-las.

O mundo esta ai, e enquanto viver, quero apenas aproveitar. ;)

_reciprocidade_

Incrível como as coisas são. E como ficam a cada dia. Fato que toda aquela cena em que possibilitou-me acreditar em mudanças já se escapou pelo vão. E então pergunto- me: Pra que? Se os próximos atos nunca mudam?

Basta algumas secas palavras e tudo se converte. E quando eu digo que quero me ver fora daqui, debochas....

Se comprar um sentimento fosse algo tão simples assim... Mas não. E acredito eu que tu tens muito a aprender. A vida não é feita apenas de permutas e compras... Mas do acúmulo de créditos... Qual este... Ah.. Este você já não consegue mais alcançar.

Engraçado como cobras de mim, o que nem mesmo consegues para ti. E como dizem, toda ação tem reação, e assim será a reciprocidade do que esperas.

_assombradas ideias_

Chocolates sobre a mesa e meu estômago a gritar como se os rejeitassem. Olho para os lados e há somente espaços vazios e um bocado de pensamentos a voar. Edredons jogados pelo sofá, e um pé gelado que tarda a esquentar.

Tenho livros para terminar de ler. Diversas ideias para escrever. E as mesmas delongas de sempre para digitar. E minhas dúvidas me passam rasteiras. Derrubam-me e deixam-me sem ar.

- Traga a maca, que já não sustento mais meus ossos. Meus pulmões estão tão cheios de ar que se perdem, e tentam me asfixiar. Estremeço. E crio tumores em meu próprio coração. Minha cabeça já não tem mais vontades de pensar nas mesmas coisas.

Acalma-te. Tudo o que preocupa-te é passageiro. Assim como as assombradas ideias que persistem. Ocupa sua mente com novas tarefas, não fique a pairar no tempo deixando o passar rapidamente, perdendo atrasados segundos que tardam a chegar.

- Eu tento. E com descontração esqueço por instantes o que não quero mais pensar.

_andar por novos horizontes_

O frio vem tentar esfriar o aquecimento do meu coração. Como se tentasse endurecê-lo novamente. Brecando tudo que vem de tempos pra cá.

Existe então um bloqueio, e peças de um quebra-cabeça que não se encaixam. Um tabuleiro onde qualquer peça movida pode resultar em um cheque-mate. Ou qualquer carta errada lançada a mesa seja trucada.

Os meus sentidos se esbarram nas vontades. Distintos um do outro, sem meio de se completarem. E é sempre nesse vai e vem, onde razão e coração jamais entram em um acordo. O que faz tudo mudar. Ficar mais confuso e indefinido.

Traçar outros rumos é tentar fugir do próprio ser. Fugir das minhas próprias verdades e valores. É como fingir ser outra pessoa. Qual não sou. E sofrer. Por complicar tudo que poderia ser tão mais simples.

E por quê? Talvez por gostar das brincadeiras de tentar me descobrir, criando cada vez mais perguntas e respostas, numa linha rotineira que jamais terá seu fim.

E de repente, a única maneira de se livrar de tudo isso, seja andar por n…

_em ritmo de feriado_