Agora minhas lembranças correm por ai. Por todo tempo relembram de outrora. Não me permitem esquecer. E sem perceber é o teu cheiro que domina o meu ar.
Desde aquele dia, vira e mexe eu sinto medo. Um medo bobo talvez de perder-te. Perder-te pelo meu egoísmo, birras e ciúmes. Perder-te pra eu mesma, que muito erro procurando acertar. Ou então, perder-te para o mundo e as consequências de nossas escolhas. E te perder, é palavra extinta em meu vocabulário. É hipótese riscada , onde a única opção é perder-te em meus braços, pra lhe dar ainda mais amor. (♥)
O que são pessoas, se não o rumo de nossas vidas? Algumas passam sem deixar vestígios. Outras, ficam; marcam. Algumas magoam, fazem doer e nos decepcionam. Em contrapartida, logo existem aquelas que nos completam, nos ensinam, nos fazem viver. - O que seria de nossas vidas sem pessoas? Acredito eu, que no fundo, vivemos tão mais em função delas do que de nós mesmos. Olhe ao redor, existem tantas. Que quando nos damos conta, algumas se foram e outras chegaram sem serem notadas. - Mas as que marcam... Ah, as que marcam, nunca se vão . Por mais que o tempo tente apagar, a memória nos enfraqueça, o sentimento se renove. As que marcam, sempre vão ficar.
Minha cabeça esta latejando. As luzes da cidade por qual caminho, algumas vezes deixa de me animar. E então percebo quão chato é estar chato. Chato até com você mesmo, em seus pensamentos. - O que uma dor de garganta não faz? Eu diria... E talvez, sejam outras tantas coisas, que quando acumulam, explodem de uma só vez. - Por favor, me traga alguns cobertores, uma xícara quente de chá e o seu carinho? Acho que não consigo ficar por tanto tempo sozinha. E acabo sendo fraca o suficiente para dizer que sou. Agora, tente dormir. Amanhã certamente virá um novo dia. - Me deixe hibernar por todo o final de semana?
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