_encho-me deste líquido ruim e viciante_

Copinhos de café. E nos momentos em que não há nada para fazer, enquanto rascunho uns papéis, encho-me deste líquido ruim e viciante. Engraçado dizer que falta apenas umas bitucas de cigarro e logo me veria numa cena típica daqueles escritórios rotineiros onde as pessoas estão debruçadas em pilhas e pilhas de papel, que se desgastam e perdem o dia estressadas, fumando e bebendo o maldito do cafezinho, emendando ao clichê de que ele é bom para manter acordado.

Mas vamos parar por ai, que umas doses de café já bastam. Estou até pensando em trazer outros tipos de bebida para adoçarem minhas manhãs com sono. E outra, pilhas e pilhas de papéis? Onde? Na minha mesa jamais. E por fim, mesmo parecendo rotina, não vou deixar meus dias se tornarem uma. Então, tento fazer coisas diferenciadas, horários diferentes, e tudo mais.

E confesso que hoje estou tão sem pique de escrever que esse texto relido não renderia nem mesmo um parágrafo. Talvez são os efeitos do café que por vez consumiram meu cérebro e transformou-o em energia, pois meu coração bate rápido que é uma beleza, minhas mãos digitam sem parar. E logo menos eu tenho um treco e caiu por ai. Odeio quando minhas mãos tremes. E já dizia o meu juízo: Bruninha, querida. Pare de beber!

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